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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Mulheres ao poder

Catarina Furtado, Bárbara Guimarães e Teresa Guilherme são as mulheres que vão estar à frente das maiores apostas dos três principais canais generalistas portugueses. 

 

A elas junta-se agora Tânia Ribas de Oliveira. A apresentadora vai ser a cara da 3ª edição de O Elo Mais Fraco

 

Três das quatro apresentadoras serão substitutas de Júlia Pinheiro que ficará, agora, para segundo plano.

 

Tânia Ribas de Oliveira deixou de ser uma promessa da apresentação, para passar a ser um valor mais que seguro. É jovem, alegre, divertida, boa comunicadora e genuína. 

 

Terá, com certeza, os seus defeitos, mas que para aqui não interessam agora. A companheira de João Baião nas tardes da RTP1, volta assim ao horário nobre do canal público. 

 

Já fez a Herança de Verão e agora cabe-lhe a difícil tarefa de apresentar o saudoso regresso de O Elo Mais Fraco

 

À partida, a escolha de Tânia é errada. Neste concurso, que testa a cultura geral dos participantes, as principais características são: a indiferença, rispidez e arrogância da apresentadora. 

 

Ora, tudo isto são adjectivos que nada têm a ver com a postura de Tânia Ribas de Oliveira.

Não colocando em causa o profissionalismo da menina bonita da RTP, está será uma tarefa difícil de cumprir. 

 

A apresentadora terá, assim, de "criar um boneco" ou arrisca-se a fazer de um sucesso antigo, um insucesso recente.