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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Peso pouco Pesado

Peso Pesado estreou a 2 de Outubro, na SIC, e os resultados obtidos foram claramente abaixo do esperado. O primeiro programa teve uma boa entrada, mas a partir daí foi sempre a descer. 

 

A pesagem foi chata e o treino de selecção dos concorrentes foi uma vergonha. Vergonha porque não fez qualquer sentido, vergonha porque a toda a hora surgiam microfones, câmaras e outros objectos ligados à produção do programa e uma escolha de concorrentes sem qualquer sentido. 

 

A nova treinadora, Conceição, parece ser uma mais-valia e o treinador, Rui Barros, é uma mais-valia, estar calado. Rui acredita que tem o dom da palavra, mas não tem. Chega a falar tanto que enerva ouvi-lo. 

 

Bárbara Guimarães, a nova apresentadora, está bem no seu papel. Se não estiver melhor que Júlia Pinheiro, pelo menos não está pior. Mostrou que, dentro do panorama de apresentadores do canal, a sua escolha foi a mais acertada. 

 

O primeiro diário, ao contrário do episódio de estreia, começou mal e acabou bem. 

 

Os resultados, mais uma vez, não foram os melhores, ainda assim, não desceu o número de espectadores da estreia, o que já é bom sinal, mas é pouco, embora tenha elevado a fasquia do horário do canal.

 

Já o terceiro programa correu muito mal. Foi varrido pela concorrência e nem no TOP 5 dos programas mais vistos apareceu.

 

Ainda agora começou, mas uma coisa será certa, depois da segunda edição, Peso Pesado não regressará tão depressa.