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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a tv portuguesa

09
Nov11

Ordenados das estrelas

Tiago Lourenço

Os apresentadores mais conhecidos da RTP1 foram notícia nos jornais, não há muito tempo, devido aos ordenados que auferem. Catarina Furtado foi uma das caras mais comentadas e mais criticadas nas redes sociais. 

 

Para que se tenha uma ideia a eterna "namoradinha de Portugal" recebe, por mês, 30 mil euros. Seguem-se José Carlos Malato e Fernando Mendes com 20 mil euros por mês, Jorge Gabriel com 18 mil, João Baião e Sílvia Alberto com 15 mil, Sónia Araújo com 14 mil e Tânia Ribas de Oliveira com 10 mil euros por mês. 

 

Claro que nos tempos que correm este tipo de salários choca muita gente, ainda para mais, sendo este dinheiro pago pelos contribuintes portugueses. 

 

O que também é verdade é que todas estas pessoas têm valor e, se a RTP as quer nos seus canais, tem de pagar por isso.

 

Existe um valor de mercado para os apresentadores. Se o canal público não o pagasse, estas "estrelas" mudariam de canal e a estação pública ficaria desfalcada de caras conhecidas e queridas do grande público. Há, no entanto, uma situação que dá que pensar. 

 

Enquanto Fernando Mendes, Sónia Araújo, Jorge Gabriel, João Baião e Tânia Ribas de Oliveira surgem diariamente no ecrã, existem outros que aparecem de vez em quando. 

 

Quanto tempo esteve Catarina Furtado fora de antena e de forma regular? Algum tempo e, nesse período, a apresentadora auferia os seus 30 mil euros mensais.

 

Ter bons apresentadores e pagar por eles é aceitável. Ter contratos de exclusividade que obrigam a pagar um valor mesmo que não se trabalhe, deixa de o ser.

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