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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a tv portuguesa

06
Mai12

Pedro Granger em exclusivo: " Para o fim do Verão talvez volte à televisão"

Tiago Lourenço
No

 

Aos 32 anos Pedro Granger conta já com uma longa carreira na representação e apresentação de programas de televisão. Nos últimos anos esteve ligado à ficção e entretenimento da TVI mas, em 2011, protagonizou uma das grandes surpresas do mercado de transferências televisivo. Quando se especulava que pudesse mudar-se para a SIC, o ator surpreende e torna-se no apresentador da 3ª. edição de O Elo Mais Fraco na RTP. A 22 de maio vai fazer, pela primeira vez, os comentários ao Festival Eurovisão da Canção mas antes, responde ao Perguntas na Caixa.

 

ACM.: Como está a ser a experiência de comentar o Festival Eurovisão da Canção a poucos dias de partir para o Azerbeijão, país onde se realiza este ano o certame?

 

PG.:Comentar e fazer quase trinta reportagens para vários programas da RTP! Está a ser uma experiência ótima. Dá mais trabalho do que pensei, mas tem sido muito divertido. Para já estive a escrever os textos, a fazer pesquisas dos vários países e artistas a concurso, as canções que vão cantar, dados estatísticos de votações, curiosidades e a história do Azerbeijão e concretamente de Baku (capital do país).

 

ACM.:Tem algum país preferido neste Festival?

 

PG.:Vários e por razões diferentes. Tal como no ano passado, porque mandam os mesmo artistas outra vez como os Jedward. Acho graça à Irlanda, a Eslovénia tem uma música forte, à semelhança da Sérvia, Espanha apresenta uma voz poderosíssima, a Itália uma música muito cool, a Alemanha uma música muito boa composta pelo Jamie Cullum e a Islândia também tem uma música muito forte.

 

ACM.:Eládio Clímaco confidenciou a este blog que nunca acreditou que Portugal pudesse vencer a Eurovisão nos anos em que comentou. Enquanto espectador, alguma vez acreditou na vitória?

 

PG.:Gosto muito do Eládio, aliás, convidei-o e fomos almoçar à duas semanas. Estive a ouvi-lo falar das várias experiências “eurovisivas” que teve. Acho que devemos aprender com os mais velhos e com quem tem mais experiência que nós. O Eládio é o “Homem Eurovisão”. Quanto ao facto de um dia podermos ganhar ou não: é cada vez mais difícil porque os países do leste europeu são muitos e muito unidos entre si a votar, mas acredito que com vontade tudo se consegue.

 

ACM.:As gravações de O Elo Mais Fraco já terminaram. Depois do Festival, o que vai fazer profissionalmente?

 

PG.:Agora, para o Verão, tenho uma projeto de cinema, umas galas para apresentar e dobragens de um filme de animação. Para o fim do Verão talvez volte à televisão.

 

ACM.:Prefere a representação ou a apresentação de programas?

 

PG.:Prefiro fazer bons projetos sejam eles em que áreas forem. Sou ator e apresentador, gosto muito das duas coisas. Já houve projetos de ficção que adorei fazer e outros que nem por isso. O mesmo se passou com projetos de apresentação.

ACM.:A televisão ainda é a “caixa mágica”?

 

PG.:Claro que sim! Cada vez mais. São tantas as possibilidades e escolhas hoje em dia; são tantas as histórias paralelas em torno dela: como o controlo da informação, disparates da nova medição de audiências, esquemas de compras e vendas. Nunca foi tão mágica. Era preciso ser um verdadeiro Harry Potter para saber verdadeiramente com esta “caixa” que pode ser maravilhosa, já foi mais do que hoje em dia, e que mudou o mundo.

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