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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Mexer não chega

Toca a Mexer é a desilusão que já tinha previsto. Duas semanas depois da estreia, os resultados ficaram longe dos da gala de Secret Story 3 ao domingo à noite e é mais que certo que tal cenário não mude até ao final do ano.

 

O programa é mau! Paulo Futre é, cada vez mais, uma figura dispensável na televisão portuguesa. Neste programa da SIC o ex-futebolista não dá uma para a caixa, interrompe vezes de mais Bárbara Guimarães e o que diz não acrescenta nada de realmente importante. Miguel Abreu é desconhecido do grande público e, confesso, pelo menos como jurado, era assim que deveria continuar. O canal só acertou na escolha de Diana Chaves. É simpática, bonita e pertinente.Em suma, o júri escolhido só conseguiu piorar o que já de si não é bom.

 

Os concorrentes não podiam ser melhores, nem piores. Aquilo que fazem no domingo é muito pouco. Praticamente limitam-se a abanar o corpo e o tempo em que o fazem é tão curto que quase nem valia a pena o esforço.

 

Bárbara Guimarães, a apresentadora, faz o que pode e a mais não é obrigada. Está bem no seu papel e é melhor quando se solta. Assim, consegue ser uma das melhores comunicadoras da televisão.

 

No fundo, as previsões já anteviam que Toca a Mexer não ía ser um bom programa. Não se esperava era que fosse tão mau. Ficará, com certeza, pela primeira edição. Se a SIC tivesse pensado melhor, agora tinha uma palavra a dizer aos domingos à noite já que, durante a semana, Secret Story 3 não consegue vencer as novelas da concorrência.

 

Com esta escolha resta ao canal de Carnaxide esperar que o ano acabe e continuar a perder...por muitos!

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