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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a televisão portuguesa

20 anos

20 anos depois, a SIC está longe de ser o que era. A culpa não é só sua mas também dos tempos que, com a chegada da Internet, relegaram a televisão quase para segundo plano.

 

A SIC marcou, sobretudo, a minha geração, a geração de finais dos anos 80 e início dos anos 90. Como primeiro canal privado português e como bom canal que foi e que é, o canal de Carnaxide marcou muitas mais gerações que não só a minha.

 

Big Show SIC, Chuva de Estrelas, Roda dos Milhões, Agora ou Nunca, Furor, Buéréré, Não se esqueça da escova de dentes, Noites Marcianas, Médico de Família, A loja do Camilo, Camilo na Prisão, A minha família é uma animação, Torre de Babel, Rei do Gado, Explode Coração, A Viagem, Terra Nostra, Mulheres de Areia, A Indomada, Amo-te Teresa, Facas e Anjos. Programas, novelas e séries que muitos relembram com nostalgia.

 

O canal foi um caso sério de sucesso. Em 1995 ultrapassa a RTP nas audiências e é considerada fenómeno por ter sido o canal privado que mais depressa venceu um canal público. Foram anos e anos de hegemonia que terminaram com um único programa, que o canal rejeitou, e que a concorrência aproveitou. Big Brother pôs fim dos anos de ouro da SIC. A estação viveu momentos difíceis e, só este ano, conseguiu erguer-se.

 

Hoje lidera o horário nobre com novelas de produção nacional e as eternas brasileiras. Mas não chega. No total diário a TVI continua a vencer.

 

A SIC continua a ser um canal com virtudes: bons profissionais, boa informação, alguns bons programas, bons canais temáticos, bom serviço online, entre outras coisas.

 

Parabéns!

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