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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Orgulho sem preconceito

 

Diogo Morgado como Jesus Cristo em

 

Foi um dos assuntos mais abordados no domingo de Páscoa nas redes sociais. A presença de Diogo Morgado na série norte-americana, A Bíblia, emitida pela SIC, deu que falar e pelas melhores razões.

 

O ator português vestiu a pele de Jesus Cristo na produção mais vista de sempre nos Estado Unidos da América, em canais por Cabo. Foi elogiado por muitos e, obviamente, criticado por outros.

 

Diogo Morgado é um profissional bastante requisitado mas nunca foi um grande ator. Não quero com isto dizer que alguma vez tenha sido mau. Talvez o facto de fazer sempre o mesmo tipo de papéis, o de bom da fita, o obriguem a não conseguir mudar o estilo de representação. Sempre as mesma expressões faciais, sempre a mesma forma de atuar. Talvez em Vingança, atualmente em re-exibição na SIC, tenha conseguido mostrar algo de novo, também porque o papel assim o exigia.

 

Agora, em A Bíblia, produção do canal História, surpreendeu pela positiva. Foi um exímio Jesus Cristo e merece aplausos. É também de louvar o facto de ter conseguido o principal papel numa série norte-americana, apesar de não ser uma grande produção (nota-se pelos efeitos especiais, cenários, guarda-roupa, entre outros pormenores).

 

O público português gostou e prova disso são as audiências fenomenais que a série rendeu ao canal de Carnaxide.

 

Depois de Daniela Ruah, Joaquim de Almeida e Maria de Medeiros, Diogo Morgado mostrou, sobretudo ao portugueses, que conseguimos ser tão bons ou melhores que qualquer outro estrangeiro. Parabéns Diogo!