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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a tv portuguesa

06
Jun13

Marina Mota em exclusivo: "Depois da Globo não recebi convites da SIC"

Tiago Lourenço

 


Marina Mota é uma das atrizes mais acarinhadas pelo público português. Atualmente dá vida a Emília em Destinos Cruzados, da TVI. Foi produtora e atriz de programas de sucesso como Ora Bolas Marina, Marina Dona Revista ou Bora Lá Marina. Além destas duas profissões junta ainda a de cantora, sobretudo no estilo fado. Em 2010 e 2011 chegou às novelas da TV GLOBO, no Brasil, com Aquele Beijo.  No intervalo das gravações da produção da TVI, responde ao Perguntas na Caixa.

 

 



ACM.: Notou muitas diferenças entre o trabalho em Aquele Beijo e agora em Destinos Cruzados?







MM.: As personagens são distintas, logo, o trabalho não tem comparação. Em relação à minha “importância” nos dois projectos, também não é comparável. Em Portugal existe a responsabilidade de dar continuidade a uma carreira de 40 anos, no Brasil a responsabilidade que se sente numa estreia e o julgamento do público é sempre diferente, bem como a expectativa.

 

 

ACM.: O que é que aprendeu com a passagem pela novela da TV GLOBO?

 

MM.: Aprende-se sempre em cada projecto. Trabalhar na Globo foi um privilégio. É uma máquina gigantesca e existe num país de 200 milhões de habitantes, a visibilidade é extrema. A Globo trabalha esta “indústria de novela” há imensos anos, resumindo, a maior diferença é sem dúvida a sua dimensão e os meios técnicos.

 

ACM.:Consta que foi a SIC que indicou o seu nome. Não chegaram a haver convites para entrar em novelas do canal?


MM.: Não faço ideia de como surgiu o meu nome, aventaram-se várias hipóteses, sinceramente não sei qual é a real. De qualquer forma,  o meu maior agradecimento será sempre para o Miguel Falabella, autor do projecto, e para a Globo que me acolheu.

Não, não surgiram convites da SIC.

 

ACM.: Tem saudades do trabalho de produtora?

MM.: Tenho, porque quem trabalhou comigo sabe que eu sei produzir e os resultados assim o demonstram.

 

ACM.: Tem apresentado projetos às televisões?

 

MM.: Não tenho apresentado projetos porque as televisões conhecem o meu trabalho, se acharem que eu tenho “utilidade” procurar-me-ão.

 

ACM.: Um “Ora Bolas Marina” ou “Bora lá Marina” fazia sentido na televisão atual?


MM.: Tenho o maior orgulho de ter produzido o “Ora Bolas Marina” e o “Bora Lá Marina”  e a honra de dizer, sem falsas modéstias, que foram programas de êxito que ainda hoje vivem na memória dos portugueses. Por isso, acho que sim, que fariam todo o sentido.

 

ACM.: A televisão ainda é a "caixa mágica"?


MM.: A televisão continua a ser o maior veículo promocional e de divulgação em relação à magia…bem, tem dias.

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