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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Ainda os Óscares: audiências cá como lá

 

A 88º. edição dos Óscares teve a pior audiência dos últimos oito anos nos Estados Unidos da América e em Portugal não foi diferente.

 

A entrega de prémios que galardoa os melhores do cinema, emitida pela ABC nos EUA, ficou-se pelos 34,3 milhões de espetadores em média. Em 2015, foram cerca de 36,6 milhões aqueles que estiveram ligados ao televisor. Ainda assim, o pior resultado mais recente data de 2008 com cerca de 32 milhões de espetadores. Em contrapartida, em 2014, a gala apresentada por Ellen DeGeneres alcançou a impressionante marca dos 43,7 milhões de espectadores.

 

Em Portugal, os resultados também não foram famosos para a SIC. Detentora dos direitos televisivos desde o ano passado (2015), que até então pertenciam à TVI, a emissão conduzida por Chris Rock não foi além dos 125 mil espetadores, em média, enquanto que o especial da passadeira vermelha registou uma média de 180 mil espetadores. Contudo, no ano anterior, o canal de Carnaxide registou apenas uma média de 85 mil espetadores.

 

Em 2008, por exemplo, a transmissão desta cerimónia pela TVI, detentora dos direitos televisivos durante 17 anos, foi de uns impressionantes 812,700 mil especatdores.

 

Não creio que o público da SIC seja menos interessado pela temática dos Óscares do que era o público da TVI. Aliás, creio exatamente o contrário. A explicação para estes resultados fracos, quanto a mim, deve-se a uma preferência de acompanhamento da emissão através da Internet ou então de uma perda de interesse dos portugueses por este espetáculo. 

 

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