Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a tv portuguesa

19
Jun17

"No comments"

Tiago Lourenço

facebook.jpg

 

transferir.jpg

 

   Geralmente não me junto aos coros de críticas que se fazem ecoar por essas redes sociais fora. Desta vez, não posso ficar indiferente.

 

   Neste domingo, em Pedrogão Grande, Judite Sousa fez uma reportagem junto de um corpo de uma mulher que morreu a fugir das chamas"Está um corpo aqui ao meu lado, de uma senhora, que ainda não foi recolhido, apesar de os bombeiros se encontrarem muito perto deste local”. Foram estas as palavras utilizadas pela jornalista enquanto apontava para o corpo apenas coberto por um lençol branco.

 

   Judite cometeu o maior erro da sua carreira neste dia. Aquilo que fez não tem desculpa. Desrespeitou a dor daqueles que sofreram e sofrem com a tragédia, desrespeitou aquela mulher e desrespeitou o jornalismo. A situação é delicada ou não fosse o incêndio na zona de Leiria a maior tragédia dos últimos anos em Portugal.

 

   Esta situação é imperdoável para qualquer jornalista e para qualquer canal. Neste caso, existe uma agravante. Judite Sousa perdeu o único filho em 2014. Na altura, a mãe pediu respeito por si e por André Sousa Bessa aos colegas jornalistas. A dor que com certeza ainda sente deviam tê-la feito perceber que estava a ultrapassar todos os limites. Ultrapassaram-se todas as regras de bom senso e do aceitável.

 

   Esta segunda-feira, à N-TV, falou sobre a situação dizendo apenas: "no comments!". Sem comentários mesmo, Judite!

postsimples_fichatecnica_V2.png

 

"Ficha Técnica" com Tiago Brochado: "Lembro-me muitas vezes da morte do Fehér"

 

postsimples_fichatecnica_V2.png

Ficha Técnica com a "voz" da TVI: "Ganhei muito respeito pela minha voz"

 

 

facebook.jpg

08
Mai17

Salvador a caminho da vitória - "13 Reasons Why"

Tiago Lourenço

facebook.jpg

 

4.jpg

 

Salvador Sobral sobe hoje ao palco da Eurovisão para representar Portugal.

 

 

   Terça-feira é o primeiro grande dia para "Amar Pelos Dois" (vê o último ensaio). A música que representa Portugal no Festival Eurovisão da Canção de 2017 é a nona a apresentar-se na primeira semi-final. 

 

   Salvador Sobral, o interprete, é um dos grandes favoritos à vitória da final do próximo sábado.

 

   Há 13 razões, numa clara inspiração numa das séries mais badaladas do momento, "13 Reasons Why" (Por 13 razões), para Portugal vencer o certame pela primeira vez.

 

   Umas são mais plausíveis que outras, mas não deixam de ser razões.

 

   Conhece a lista:

 

   1º. Conchita Wurst, vencedora do Festival em 2014, e uma das mais badaladas vencedoras até aos dias de hoje, elogiou a música do representante português através do Twitter;

 

   2º. Nunca uma canção portuguesa tinha estado no segundo lugar das preferências dos apostadores para vencer o Festival;

 

   3º. As melhores posições que Portugal conseguiu no concurso foram conseguidas com músicas cantadas em português. "Amar pelos dois" é cantada integralmente na língua de Camões;

 

   4º. A doença cardíaca de Salvador Sobral é um tema que marca a sua participação. Seja em que país for, todos adoram um bom drama;

 

   5º. Loreen, vencedora em 2012, foi participante do programa "Ídolos", não tinha televisão e nunca tinha visto o festival. Salvador também ficou conhecido no mesmo formato e afirmou, em entrevista à RTP1, que não vê televisão nem segue o espetáculo anual;

 

   6º. A grande final é no dia 13 de maio. Nessa data comemoram-se os 100 anos das supostas aparições de Fátima. A vitória de Portugal na Eurovisão seria um novo milagre. No mesmo dia, o Sport Lisboa e Benfica poderá torna-se novamente campeão nacional de futebol. Portugal manteria, assim, a tradição de ser o país do "fado, de Fátima e do futebol";

 

Lê também:

postsimples_fichatecnica_V1.png

Tiago Brochado: "Lembro-me muitas vezes da morte do Fehér"

 

   7º. A comunicação social internacional está rendida a "Amar Pelos Dois" como nunca antes tínhamos visto. O jornal inglês "Metro" escreveu que "o mundo está a apaixonar-se pelo melhor candidato português de sempre", referindo-se ao jovem de 27 anos;

 

   8º. Além da comunicação social internacional, também a portuguesa está interessada na participação nacional como há muitos anos não estava ou, provavelmente, como nunca esteve. Todos os dias há novas notícias sobre tudo o que envolve o país na Eurovisão;

 

   9º. Se as pesquisas no motor de busca "Google" contassem, a canção portuguesa arrecadaria, pelo menos, o 5º. lugar;

 

   10º. Mesmo com Luísa Sobral, irmã de Salvador, a assumir os dois primeiro ensaios, Portugal subiu posições nas casas de apostas e encurtou a distância para a Itália, que está em primeiro lugar;

 

   11º. Na "red carpet", Salvador Sobral foi o penúltimo a desfilar. Segundo o ditado: " Os últimos são os primeiros".

 

   12º. O penteado do cantor e músico é igual ao de Éder. O jogador marcou o golo que deu a vitória à seleção portuguesa no Europeu de futebol em 2016.

 

17098217_10207859374433580_5697359014241356166_n.j

 

   13º. Pela primeira vez, desde 1964, os portugueses acreditam que o país pode ganhar o Festival Eurovisão da Canção. Também, em muitos anos, sentem orgulho no representante e na música escolhida. Quando nos unimos, juntamos e mostramos que temos orgulho em ser aquilo que somos, ninguém nos bate.

 

   

   Portugal sobe ao palco hoje, depois das 20h00, para tentar apurar-se para a final do próximo sábado.

   A RTP1 vai transmitir o certame em direto nos dois dias.

 

Artigos relacionados:

"Milagre de 13 de maio";

"A concorrência de Salvador";

"Final Inteligente".

facebook.jpg

 Atualização: (09-05-2017 às 13H13)

04
Set15

Arrependida?

Tiago Lourenço

Depois de uma pausa para férias o blog regressa com novas crónicas, o TOP 5 das audiências da televisão portuguesa actualizado todos os dias na barra lateral e as mais importantes novidades na página de Facebook.

 

 

Este verão trouxe inúmeras notícias sobre tudo os que as televisões vão trazer de novo nos próximos meses. Estreias, regressos e finais marcam setembro e outubro, sobretudo nos canais generalistas.

 

 

Um dos programas que não regressa é o Há Tarde da RTP que juntava Herman José e Vanessa Oliveira. E é a apresentadora que inaugura esta nova ronda de crónicas do A Caixa que já foi Mágica.

Saiu da SIC em 2014 com o desejo de estar, diariamente, no daytime algo que no canal de Carnaxide estava longe de acontecer.

 

Entregue a reportagens e a substituições esporádicas, Vanessa, aceitou a proposta da RTP. Criticada por não se saber sobrepor a Herman José no Há Tarde, a apresentadora acabou por ganhar o seu espaço e adaptar-se às exigências do novo formato.

 

O que Vanessa Oliveira não esperava é que a nova direção de programas da estação pública cancelasse o programa. O futuro reservou-lhe uma substituição.

 

Sílvia Alberto recebe um novo programa e a antiga cara da SIC fica entregue ao Só Visto!.

 

Estará ela arrependida da mudança? Apesar de ter de voltar a fazer o que fazia na concorrência, penso que não. As oportunidades de se afirmar e de fazer coisas diferentes são muito maiores na RTP do que na SIC.

 

Vanessa Oliveira não é das minhas apresentadoras preferidas mas reconheço-lhe talento, simpatia e beleza. O futuro não lhe reserva o melhor dos programas mas, pelo menos, não ficou na prateleira.

 

 

Gostou? Faça "like" na página do blog no Facebook e não perca os próximos artigos!

31
Dez14

O melhor e o pior de 2014 - CABO

Tiago Lourenço

 

No melhor do Cabo de 2014 não posso deixar de realçar, goste-se ou não, a subida de audiências da CMTV. Chegou, em alguns períodos, a ultrapassar a líder SIC Notícias.

 

Um chamada de atenção ainda para o esforço dos canais para conseguir emitir séries pouco depois da estreia no Estados Unidos da América como é o caso de Walking Dead.

 

O último destaque vai para um programa de produção nacional. O Prato do Dia, do 24 Kitchen, é o melhor programa de culinária português da televisão atualmente muito por culpa de Filipa Gomes.

 

 

O destaque negativo vai para a SIC Caras. Sem nunca se perceber bem ao que veio, o canal tornou-se num antro de repetições e de produções espanholas.

 

O resultado é uma fraquíssima média de espetadores durante 2014. Cerca de 1800 espetadores diários é vergonhoso. 

 

 

 

Um feliz ano 2015 a todos os seguidores do A Caixa que já foi Mágica

29
Dez14

O melhor e o pior de 2014 - SIC

Tiago Lourenço

 

Para o melhor de 2014 da SIC a minha escolha recai sobre Mar Salgado. Estreou após o verão numa altura em que a antecessora, Sol de Inverno, fraquejava.

 

A estreia não teve uma audiência extraordinária e também não estreou no primeiro lugar mas depressa o caso mudou de figura.

 

Nos últimos meses a novela não desarma do primeiro lugar do pódio dos programas mais vistos. Acompanhei as primeiras semanas e vou acompanhando um ou outro episódio e, senhoras e senhores, Mar Salgado é uma das melhores novelas portuguesas já feitas.

 

Um boa história, inicialmente não parecia, e um bom elenco encabeçado pela fantástica Margarida Vila-Nova.

 

Merece, sem dúvida, ser líder na televisão portuguesa.

 

 

No lado contrário, nos piores, está O Poder do Amor. A SIC comprou um reality-show mas teve vergonha de o assumir e mascarou-o.

 

O resultado foi um programa sem pés nem cabeça.

 

Estreado em época baixa, o programa levou o canal de Carnaxide ao último lugar das audiências, aos domingos à noite, atrás do Rising Star da TVI e do The Voice Portugal da RTP1.

28
Dez14

O melhor e o pior de 2014 - RTP1

Tiago Lourenço

Durante os próximos dia vou fazer um balanço do melhor e do pior de 2014. Escolhi os três canais com mais público: RTP1, SIC e TVI. Vou ainda destacar alguns canais ou programas da televisão paga.

 

 

Na RTP1, o destaque positivo vai para as edições do talent-show The Voice Portugal e The Voice Kids. Renovou-se, melhorou e conseguiu um excelente painel de jurados. Essa junção fez com que o canal público tivesse subido os seus resultados ao domingo à noite. Relegou a SIC para o terceiro lugar no horário nobre e mordeu os calcanhares à líder TVI.

 

 

Pela negativa destaco a polémica compra dos direitos televisivos da Liga dos Campeões. Essa compra valeu a demissão do Conselho de Administração do canal. Tudo isto numa altura em que a Taça da Liga é a única competição de futebol portuguesa a ser emitida  em sinal aberto.

21
Out14

Insuficiente

Tiago Lourenço

 "O melhor programa do género alguma vez feito pelo canal(...)", "O painel de jurados é muito bom(...)", "O encadeamento das imagens cativa e os concorrentes são, na maioria, bem escolhidos(...)". Foram algumas das frases que utilizei para descrever a primeira edição do Factor X da SIC.

 

A segunda edição não me cativa!

 

Apesar da novidade que foi a inserção de um novo mentor e de uma nova categoria não só não melhorou o programa como ainda o piorou. Reconheço mérito profissional a Miguel Guedes mas não foi uma boa escolha.

 

Não é interventivo, carismático ou controverso o suficiente para cativar. É politicamente correto e isso não interessa neste formato. Com isso, perdeu-se a dinâmica entre os jurados que existiu na primeira versão e que foi um dos grandes motores do seu sucesso.

 

Não deixa de ser um bom programa mas não melhorou, ou melhor, não evoluiu o suficiente para cativar novamente o público. A situação complica-se numa altura em que a RTP aposta forte no horário nobre de domingo. The Voice Kids, desde que estreou, venceu sempre o formato da SIC.

 

Esta aposta do canal público veio alterar tudo. O canal de Carnaxide passou a ser o canal menos visto nas noites de domingo, a RTP deu um salto gigante para o segundo lugar e a TVI está a ter os piores resultados com as galas do Secret Story 5, apesar de chegar para vencer por uma margem confortável.

 

Resta à SIC esperar por dia 2 de novembro, altura em que se iniciam as galas e onde se estreia Cláudia Vieira na apresentação. Galas essas que foram fortemente criticadas na primeira edição, com razão, por não espelharem a qualidade do programa a que se tinha assistido até então.

 

Se melhorarem esse ponto, talvez consigam subir os resultados e aproximarem-se a RTP.

17
Mar14

Festival sem canção

Tiago Lourenço

 

 

 

 

O único comentário que vou tecer sobre a música que venceu o Festival da Canção de 2014 é este: é do pior que já ouvi!

 

 

 

 

A RTP devia ter mais respeito por algo que faz ainda parte da cultura e do imaginário dos portugueses. Colocar um espétaculo do género no Convento do Beato onde a a acústica era tão boa que nem a letra das músicas se conseguia perceber é algo impensável. Escolher um sistema de voto que difere da semifinal para a final também não foi grande ideia.

 

Não quero insinuar nada mas se nas redes sociais, nos grupos de fãs e nos sites da especialidade a favorita foi a canção de Catarina Pereira, segunda classificada, como é que vence outra música que é achincalhada pela maioria? Afinal quem é que votou naquelas noites? Um investimento feito por Emanuel, autor da canção vencedora, em telefonemas?

 

É uma das explicações porque por outro lado prefiro não entrar. Se foi um investimento do cantor não o culpo. O sistema de votos escolhido pelo canal público é que não podia, de forma alguma, ser aquele.

 

As audiências foram fracas, apesar de terem estado ligeiramente acima do que a RTP faz habitualmente ao sábado naquele horário.

 

Se o festival fosse algo que estivesse morto não existiam tantos comentários ou piadas por aí, mesmo que depreciativos. Até Ricardo Araújo Pereira dedicou uma Mixórdia de Temáticas a este assunto. 

 

Gosto do Festival da Canção e ainda acredito que faça sentido na televisão de hoje mas o certame tem de voltar a tornar-se importante ao ponto de os grandes artistas portugueses se quererem envolver nele como outrora.

 

Como é que isso pode acontecer? Não sei! Quem o concebeu neste últimos anos que pense nisso ou então que dêem o lugar a outros. O que não era mal pensado!

11
Jan14

O que aí vem

Tiago Lourenço
Os canais generalistas portugueses já meteram as cartas na mesa quanto às principais apostas para o início de 2014.

 

 A RTP escolheu uma segunda série de A Voz de Portugal que, devido a mudanças de produtora, passa a denominar-se The Voice - Portugal. Fica em linha com as versões internacionais do concurso, embora prefira o nome da primeira série.

 

Depois de Factor X, não me parece que esta seja uma boa escolha. The Voice é igualmente um bom formato mas idêntico ao da SIC, ou seja, já existe um certo desgaste se bem que, comparativamente, e sobretudo na fase das galas, o programa da RTP 10 a 0 à concorrência, isto se tiver a mesma qualidade da anterior série.

 

Catarina Furtado volta a ser a escolhida para apresentar o programa que deve ocupar os sábados à noite. Os resultados não devem fugir muito dos de 2012, o que quer dizer que não vão permitir aproximarem-se do primeiro lugar no horário mas também não vão piorar os valores que a RTP já faz.

 

A SIC escolheu também um regresso. João Manzarra não vai descansar a imagem e vai regressar com o Vale Tudo. Foi um dos melhores e mais divertidos formatos de 2013 que, na época, conseguiu audiências satisfatórias frente à TVI. Algo que a SIC não conseguia desde o primeiro Peso Pesado.

 

Gosto deste regresso, embora seja necessário substituir alguns concorrentes e manter o César Mourão ou o Rui Unas, por exemplo. Não que fosse um grande chamariz de audiência mas, para meu gosto pessoal, gostava de ver Herman José no lote de concorrentes. Não é impossível mas será difícil que este aceite ou que SIC consiga pagar.

 

A TVI também aposta em regressos. Masterchef muda-se da RTP para o canal de Queluz e Manuel Luís Goucha vai ser o anfitrião e também jurado. Ainda não se sabe qual será o dia de exibição mas parece-me que terá sucesso.

 

A certeza para os domingos é A Tua Cara Não Me É Estranha com antigos concorrentes em dupla com crianças. Não é a ideia mais genial do mundo o que não quer dizer que não vá funcionar. Pelo contrário. Esta nova versão do concurso de imitações vai ser, sem dúvida alguma, o vencedor das noites dominicais.

 

Pelo menos o início de 2014 não vai trazer nada de novo. Ainda assim, o que aí vem não é assim tão mau.

27
Dez13

TOP 5 - 2013

Tiago Lourenço
Image and video hosting by TinyPic

 

Até ao final de 2013 vão ser revelados, a cada dia, quais foram os artigos mais lidos do ano no A Caixa que já foi Mágica.

 

 

Pode ler, reler ou ficar apenas a saber quais foram os favoritos do público.

 

É o balanço do ano 2013 com o desejo de que o de 2014 seja ainda melhor.

 

O quinto lugar pertence a um post de agosto. Ficou bastante longe em número de visitas do sexto lugar mas bastante próximo do quarto lugar.

 

5º. lugar - Diário de um candidato (Factor X)

 

O quarto lugar pertence a um post dedicado a Bárbara Guimarães numa altura em que a sua vida privada gerou muita curiosidade.

 

4º. lugar - Reviravolta bárbara

 

Chegou a altura então de revelar o terceiro post mais lido do ano. Baseado num suposto final da RTP2 e nas suas más audiências este artigo inaugura o pódio.

 

3º. lugar - Princípio do fim?

 

O segundo lugar pertence a um post sobre a novidades que os meses de setembro e outubro trouxeram. Este artigo chegou aos quatro dígitos no número de visitas.

 

2º. lugar - Estratégias, estreias e resultados

 

O post mais lido de 2013 está relacionado com o assunto mais badalado do início de junho. A saída de Sara Norte da cadeia e a entrevista que deu a Fátima Campos Ferreira na RTP foram os assuntos que fizeram parte deste artigo, líder indiscutível, com mais de 1000 visitantes que o 2º. lugar.

 

1º. lugar - Perder o Norte

 

Nos últimos seis meses do ano, o A Caixa que já foi Mágica recebeu cerca de 18 mil visualizações, com uma média de 100 visitas por dia. Por um ano cheio de sucesso, muito obrigado!

Termino este post desejando-lhe um Feliz 2014 com o desejo de que continue a seguir o blog.

Facebook

Audiências - TOP 5

As audiências voltam a ser atualizadas em setembro.

Novidades

"Vale Tudo" regressa à SIC depois do verão

Mais sobre mim

foto do autor