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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a televisão portuguesa

"Paixão" VS "A Herdeira"

   

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   A SIC e TVI lançaram as suas principais apostas na área da ficção. Nas audiências, nestas primeiras semanas, "A Herdeira" não deu hipótese a "Paixão".

 

   A novela do canal de Queluz é líder incontestável de audiências, relegando a trama da estação de Carnaxide para um segundo plano bem longínquo.

 

   A verdade é que o fio condutor da história da TVI é bem mais denso e muito menos banal. É verdade também que já tudo, ou quase tudo, foi feito em televisão. O que existe é a possibilidade de alterar ou contar de outra forma. Foi o que fez Maria João Mira, a autora. Há quanto tempo a comunidade cigana não era retratada na ficção portuguesa?

 

   Claro que a ideia não é nova. "Explode Coração, emitida pela SIC, foi uma dos maiores sucessos de todos os tempos em Portugal. A novela da TV Globo contava a história de Dara, uma cigana, que se apaixonou por um homem que não pertencia à sua etnia.

 

   Aliado a esta "falsa" novidade, está um primeiro episódio explosivo, embora com algumas falhas. Destaque ainda para aquele que é um dos melhores genéricos realizados em Portugal nos últimos anos.

 

 

 

   Do outro lado temos "Paixão", com um banalíssimo fio condutor: um homem, injustamente preso, regressa anos depois com sede de vingança e encontra o amor da sua vida com outro homem. Mais tarde, descobre também que tem uma filha dessa mulher que ainda ama. Pelo contrário, ela odeia-o por achar que ele matou o seu pai.

 

   Ao contrário da novela da TVI, o primeiro episódio foi bem mais fraco. O momento mais empolgante foi, talvez, o pai da protagonista a cair de uma varanda e todo o drama que se fez à volta dessa situação. Contrastando, e muito, com uma cena de tiroteio numa festa, no México, em "A Herdeira".

 

   As contas são fáceis de fazer. No confronto direto, "A Herdeira" venceu sempre "Paixão". A trama da TVI conta, habitualmente, com mais de cerca de 200 a 300 mil espetadores que a novela da SIC.

 

   Daqui para a frente, muito dificilmente haverá uma inversão de resultados. Resta ao terceiro canal acertar na mouche na substituta e sobretudo esperar que a estação de Queluz de Baixo falhe na próxima escolha.

 

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Ficha Técnica com Marisa Martinho.: "Lidar com os sonhos das pessoas é algo que me seduz"

   

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   Marisa Martinho é uma das reponsáveis pelos mentores do "The Voice Portugal", da RTP1, há quatro anos. Quase o mesmo tempo em que trabalha como Produtora de Conteúdos para a Shine Ibéria.

 

   Em entrevista, a natural de Cascais, confessa que após terminar o curso bateu à porta de todas as produtoras e televisões portuguesas da região de Lisboa e foi essa persistência que a ajudou a trabalhar na área.

 

   A jornalista de formação não esquece o trabalho como Repórter no canal Globo Portugal e admite que voltaria a fazê-lo se a convidassem. Ainda assim, isso não invalida que se sinta feliz na sua atual profissão.

 

   Marisa confessa ainda que adorava trabalhar na área do jornalismo desportivo.

 

Foto de perfil retirada da rede social "Linkedin"

 

 

 

   A Caixa que já foi Mágica.: Começou a carreira na Endemol Portugal. Trabalhar na televisão foi sempre uma vontade sua ou aconteceu por acaso?

 

   Marisa Martinho.: Desde pequena que o meu sonho era ser Jornalista. A área não era importante. Queria conversar com pessoas, saber tudo sobre a atualidade em Portugal e no Mundo. 

 

      Ao longo do curso, a vontade de conhecer o mundo televisivo aumentou, também por culpa de alguns professores da minha faculdade e, com o aproximar do final do último ano, tinha quase decidido que teria de fazer alguma coisa para trabalhar em televisão. 

 

    Assim que o terminei, enviei currículos para todas as produtoras de programas de televisão, para todos os canais nacionais, esperei e nada aconteceu.

 

    Fui às estações, bati à porta das produtoras e fui até ao estúdio da Valentim de Carvalho, onde a Endemol estava a gravar a “Roda da Sorte”, com o Herman José. Por acaso, entreguei o currículo “em mãos” a uma pessoa que achou graça à minha atitude. No dia seguinte ligaram-me e comecei o estágio.

 

 

   ACQJFM.: Passou depois pelo jornalismo, mas rapidamente voltou aos "conteúdos". O jornalismo, por si só, não é tão aliciante ou a produção de conteúdos é aquilo que realmente a completa?

 

   M.M.: Adorei fazer reportagem para o “Cá Estamos”, na TV Globo. Foi sem dúvida uma experiência única na minha vida. O ritmo é outro, o tempo é outro e o próprio método é diferente. Gostei muito de ser repórter do programa e cresci muito com ele. 

Voltaria a fazer amanhã se me convidassem, mas a verdade é que na produção de conteúdos a dinâmica é diferente. O ritmo alucinante dos programas de entretenimento de hoje deixa-me com o coração nas mãos, no bom sentido. Sou por natureza uma pessoa que gosta de desafios e sem dúvida que no entretenimento o desafio é maior e mais aliciante.

 

 

   ACQJFM.: Qual é o trabalho de uma produtora de conteúdos?

 

   M.M.: A nossa vida não é fácil! Posso dizer que depende muito de como as equipas de conteúdos são organizadas e do tipo de programas que fazemos mas, em geral e falando quase cronologicamente por projeto, começamos por procurar ideias para criar e reinventar no nosso programa; estruturamos tudo o que precisamos gravar para que o programa tenha as várias vertentes que pretendemos; acompanhamos as gravações e coordenamos as equipas de gravação tendo em conta as nossas necessidades.

 

   Também são da nossa responsabilidade a gravação de entrevistas e de planos. Depois de gravar somos também nós que, através de programas de edição (avid, finalcut, …), cortamos, estruturamos as ações gravadas e acompanhamos os editores. São estas as principais funções de uma produtora de conteúdos. 

 

   Não é possível resumir mais uma função tão importante.

 

 

   ACQJFM.: Quais são as maiores dificuldades num dia de trabalho?

 

   M.M.: Para qualquer “conteúdo” o dia é pequeno. Precisamos sempre de mais tempo. Os prazos são muito apertados.

   O tempo é mesmo o nosso maior inimigo. De resto, quando se gosta do que se faz nada é difícil!

 

 

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   ACQJFM.: A Shine Iberia Portugal faz trabalhos para vários canais. Existe um cuidado diferente tendo em conta a estação ou a produtora faz o seu trabalho independentemente de quem a contratou?

 

   M.M.: Não tenho dúvidas de que a Shine Iberia Portugal trabalha sempre da mesma forma, independentemente da estação que a contrata para fazer um programa.

Aqui fazemos o nosso trabalho, todos os dias, com o maior empenho. Já fiz programas para a SIC, para a TVI e para a RTP e nunca notei diferenças. Para nós o importante é fazer bem.

 

 

   ACQJFM.: Sente diferenças no investimento das televisões de 2008 para 2017? Há mais ou menos investimento? De que forma é que esse investimento condiciona o seu trabalho?

 

   M.M.: Esta pergunta dá-me vontade de chorar! É de conhecimento geral que com a crise o investimento em programas de televisão os “orçamentos” tendem a ser menores. Ainda assim, o trabalho é o mesmo, o empenho é o mesmo, a vontade de fazer bem é a mesma desde o primeiro dia. Não posso dizer que o facto de se investir menos condiciona o meu trabalho porque, acima de tudo, tenho um grande orgulho no que faço.

    Apesar da redução no investimento a dedicação, empenho e profissionalismo são os mesmos.

 

 

   ACQJFM.: Algum público queixa-se de que as televisões em Portugal não inovam e poucas vezes se destacam umas das outras. Acredita que há uma crise de ideias ou a crise económica é a grande causa?

 

   M.M.: Nem uma coisa, nem outra. Na minha “carreira” em programas de televisão fiz muitas coisas parecidas, mas a verdade é que sempre que fiz algum programa menos “comercial” ou menos imediato para o público, as audiências não foram as melhores do mundo.

 

   Em Portugal existem vários programas de talentos porque a verdade é uma: as pessoas gostam, as pessoas vêem. O "boom" mais recente dos programas de cozinha é outro fenómeno. As audiências não enganam e, por isso, acho que as produtoras e os canais investem naquilo que as pessoas querem ver.

 

   Acredito que a pressão das audiências possa, de alguma forma, condicionar o que cada estação compra e emite. Não acredito que as produtoras não tenham em carteira mil programas para fazer, mas que o medo de arriscar acabe por vencer em algumas situações.

 

 

   ACQJFM.: É difícil agradar ao público português? 

 

   M.M.: Acho que não! Nós gostamos de sorrir, de chorar logo a seguir e, se possível, sorrir novamente. O público português gosta de, no mesmo programa, sentir várias sensações. Se conseguirmos isso, já os conquistámos.

 

 

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   ACQJFM.: Qual foi a situação mais complicada pela qual passou? 

 

   M.M.: Não posso dizer que passei por situações muito complicadas. Tento sempre gerir as situações que enfrento.  

   Há uns anos estava a gravar um programa de entretenimento e, como repórter do programa, quando comecei a fazer uma entrevista a uma concorrente ela recusou-se a falar comigo. A candidata não aceitou a decisão dos jurados e quando questionada sobre isso quase me batia. Coitada! Percebo bem a desilusão que sentiu e eu ainda queria saber o que raio lhe passava pela cabeça.

 

   ACQJFM.: E a mais caricata?

   

  M.M.: A situação mais caricata aconteceu-me no "The Voice Portugal". Muitas vezes entro e saio com os mentores do décor e a todos os minutos querem tirar fotografias com eles. O problema é que nem sempre é possível porque temos muitas coisas para gravar. Numa dessas pausas oiço gritarem pelo meu nome, mas não olhei porque já sabia que era para tirar fotografias e não tínhamos tempo.

 

   Dias depois uma amiga da minha mãe encontra-me e conta-me que foi assistir às gravações do programa e que chamou por mim e eu nem lhe falei. Como podia adivinhar que era ela?

 

 

   ACQJFM.: Se pudesse escolher um programa ou formato para trabalhar, nacional ou internacional, qual escolheria?

 

   M.M.: É muito difícil falar de projetos que gosto ou que gostava de fazer porque parece sempre muito injusto para os programas que já fiz. Sem dúvida que o "The Voice" está no topo das minhas preferências por tudo e por nada. É um formato de música que adoro e lidar com sonhos de pessoas é algo que me seduz. Por isso acho que estou realizada nesse sentido. 

 

 

   ACQJFM.: Quais são os seus objetivos para o futuro?

 

   M.M.: Para já estou feliz a trabalhar onde estou. Sem dúvida que gostava de poder abraçar outros desafios, mas ainda não tenho bem definido o quê e onde. Uma coisa é certa, adorava fazer alguma coisa ligada ao jornalismo desportivo, gosto muito de futebol e gostava muito de poder fazer algo nessa área. Sou uma adepta fanática pelo Sport Lisboa e Benfica e por isso aceitam-se convites!

 

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As novidades da SIC

 

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    A SIC já lançou os dados e está preparada para a nova temporada.

 

    Uma novela, dois regressos, um final e uma estreia absoluta é aquilo que pode esperar já este mês.

 

    Conheça as apostas da SIC:

 

 

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   O programa regressa para uma segunda temporada e traz também de volta Conceição Lino. A jornalista é a autora do formato que "testa a capacidade de intervenção dos portugueses na defesa do outro, a partir de situações ficcionadas". Recorde-se que a primeira temporada foi um sucesso.

 

 

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   Os bons resultados da "Atualidade Criminal", nas manhãs da estação, deram a Hernâni Carvalho um novo programa às 19H00. A atualidade criminal e outras questões vão ter espaço de antena num horário em que a SIC está cada vez mais longe da liderança.

 

 

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   Esta é a nova novela da SIC que vai substituir "Amor Maior". Protagonizada por Margarida Vila-Nova, Albano Jerónimo, Joana Solnado e Marco Delgado, "Paixão" conta a história de um homem determinado a lutar pela justiça e determinado a recuperar dez anos de vida. É uma novela de homens e mulheres que vão ao limite para conseguirem aquilo em que acreditam.

 

 

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    O "Vale Tudo" regressa também à estação de Carnaxide com algumas caras novas e numa versão já gravada.

   Cecília Henriques, Cleia Almeida, Salvador Martinha e Dânia Neto, juntam-se aos veteranos Rui Unas e César Mourão, os capitães de equipa.

   O "Cenário Inclinado" é a "prova rainha" do formato e João Manzarra mantém-se como apresentador.

 

   

   As manhãs da SIC também se vão alterar. "A Vida Nas Cartas" termina já a 8 de setembro. A solução encontrada para substituir o programa de tarot foi esticar o "Queridas Manhãs". O fomarto apresentado por Júlia Pinheiro e João Paulo Rodrigues passa a ter início às 09H00.

 

 

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As novidades da RTP

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   A RTP1 é o canal generalista que mais novidades tem para apresentar ao público. A estação do Estado já colocou as cartas na mesa e é a primeira a estrear um programa na nova temporada. A partir de setembro podemos esperar muita ficção, música e magia.

 

   Conheça então os novos programas da RTP1 e a datas de estreia das novas temporadas de outros formatos

 

 

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 Em “O Impossível”, com Luís de Matos, vai poder conhecer as mais recentes criações do ilusionista português. Todos os programas vão contar com a participação de alguns dos melhores mágicos do mundo e também com figuras públicas.

 

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Os protagonistas desta série documental são a portuguesa Isadora Alves e o galego Rubén Riós. A dupla vai percorrer o caminho português de Lisboa a Santiago Compostela, utilizando a bicicleta como meio de transporte.

 

 

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  "The Voice Portugal" regressa para a 5ª. temporada. Como em equipa que ganha não se mexe, além do prémio final, nada se altera no talent-show. Ainda assim, as surpresas, as histórias e as vozes prometem colar os portugueses ao ecrã.

 

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   O enredo da série centra-se num escândalo que estará em vias de ser revelado e o Governo nacional encontra-se receoso com essa possibilidade. Assim, com o objetivo de solucionar o problema, a Ministra da Cultura tem a ideia de produzir a melhor telenovela de sempre com o intuito de distrair o país.

   Maria João Bastos, Nuno Lopes, José Raposo e Margarida Marinho fazem parte do elenco da série cómica.

 

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   O "5 Para A Meia-Noite" está de regresso para a 15ª. temporada, com muitas novidades, mas nos mesmos moldes da edição anterior. Filomena Cautela continua a ser o rosto do

late-night show de quinta-feira.

 

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"A Criação" é uma sitcom sobre agências de publicidade, protagonizada por atores vestidos de animais de peluche.

 

 

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   "1986" é uma comédia romântica, de época, escrita por Nuno Markl. A ideia central é a de revisitar o ano de 1986 em Portugal à volta de 5 personagens principais. Nesta altura, Diogo Freitas do Amaral e Mário Soares disputavam as eleições presidenciais.

 

 

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Estreia de "Espelho D´Água" - audiências e primeira opinião

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A estreia da nova novela da SIC rendeu o segundo lugar nas audiências de ontem.

 

 

   "Espelho D´Água" estreou ensanduichada por "Amor Maior". A nova trama, protagonizada por Mariana Pacheco e Vítor Silva Costa, registou  13,8 % de rating e 27,6% de quota média de mercado. Este valor corresponde a  cerca de 1 milhão e 390 mil espetadores em média. 

 

   O líder de audiências no feriado de segunda-feira foi o episódio "especial" de "Ouro Verde". A TVI quis barrar a estreia da SIC e conseguiu. A novela do canal de Queluz colou ao ecrã cerca de 1 milhão e 443 mil espectadores, em média, o que equivale a 14,9% de rating e 30,0% de share.

 

   Os dois episódios de "Amor Maior", que serviram de "sanduíche", ficaram-se pelos 3º. e 4º. lugares nas audiências diárias.

 

   

   "Espelho D´Água", nas audiências, não fez mais do que a sua obrigação. Manteve os números de "Amor Maior" e deu luta a "Ouro Verde".

 

   A nova novela não é nenhuma novidade em termos de argumento. É uma história banal, apenas contada de uma forma diferente. Tem a missão de manter ou subir dos números de "Rainha das Flores", que já teve a espinhosa missão de subir os míseros números deixados pela terrível "Poderosas". A trama protagonizada por Sandra Barata Belo fez muito bem a sua obrigação e tornou-se numa aposta ganha.

 

   A história que marca a estreia de Luciana Abreu como antagonista tem, parece-me à primeira vista, todos os ingredientes para manter os números da antecessora.

 

   Gostei do primeiro episódio. Boas interpretações, ótimas imagens, boa fotografia e um bom encadeamento. Foi, sobretudo, um episódio emocionante e ritmado. Uns furos acima da antecessora e até acima de "Amor Maior".

 

   A SIC voltou a mostrar que sabe fazer novelas, só é pena ter esquecido de como se faz o resto.

 

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 Dados de audiência Total Dia (Live+VOSDAL) para 1 de maio de 2017. Os números apresentados são da responsabilidade da GfK/CAEM.

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O que ver nesta Páscoa

 

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Russell Crowe em "Noé"

 

RTP1, SIC e TVI apostam em filmes, alguns em estreia, neste fim-de-semana prolongado.

 

   

   

   A SIC, como já vem sendo hábito em épocas festivas, é o canal que mais fitas estreia ao longo de sexta-feira, sábado e domingo. A TVI também aposta na sétima arte, mas mantém o "Somos Portugal" no dia de Páscoa. Por sua vez, a RTP1 repõe a série "Maria" e transmite outros tantos filmes.

 

   

   Sabe então o que podes ver, onde e quando:

 

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SIC suspende "Dragon Ball Super"

 

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O canal de Carnaxide foi obrigado a suspender a emissão da animação japonesa por questões contratuais.

 

 

   "Dragon Ball Super" já não pode ser visto todos os fins-de-semana de manhã. A SIC informou que "devido às interrupções que houve no Japão, foi obrigada a parar temporariamente a transmissão", esclarece em comunicado.

 

   Apesar de não ser adiantada uma data para o regresso da série, a transmissão está garantida, uma vez que vão ser adquiridos "novos direitos", concluiu a estação.

 

   O anime regressou à SIC em 2016, cerca de 18 anos depois da estreia da primeira série. A história desenrola-se anos após Son Goku ter derrotado Boo Boo.

 

   Os episódios da nova série de "Dragon Ball", já emitidos, podem ser vistos ou revistos no site da SIC.

 

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"Just Duet" com estreia desastrosa - audiências e primeira opinião

 

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"Just Duet" - cenário

 

   O novo programa da SIC não foi além dos 610 mil espetadores, em média, na estreia do passado domingo.

 

   

   O "Just Duet - O Dueto Perfeito" registou uma estreia desastrosa em termos audiométricos. Foi apenas o 9º. programa mais visto do dia e ficou em 3º. lugar no horário nobre de domingo. Os 6,3% de audiência média e os 12,8% de share, correspondem a cerca de 609 mil e 200 espetadores.

 

  O novo formato da SIC não conseguiu superar os antecessores. Tanto a despedida do "Agarra a Música", como o especial do "Não Há Crise!" registaram audiências superiores às do talent-show.

 

   Por sua vez, o "Pesadelo na Cozinha" conseguiu o seu melhor resultado pela 5ª. vez consecutiva. O programa da TVI alcançou 16,6 % de audiência média e 34,3% de share, o que equivale a 1 milhão e 604 mil espectadores.

 

   Já o "Got Talent Portugal" registou uma descida comparativamente com a semana passada. O "caça talentos" da RTP1 chegou aos 8,6 % de rating e aos 18,1% de share. A média de 834 mil espetadores garantiram o segundo lugar, no horário nobre de domingo, para a estação do Estado.

 

   A estreia do "Just Duet" não podia ter começado pior. Este resultado é pouco auspicioso quando, para a SIC, esta era uma aposta capaz de liderar.

 

   O programa é uma desilusão. Parece-me a versão "pobre" do "The Voice" e com uma premissa bem menos apelativa.

 

   O formato peca pela falta de emoção, pela falta do fator surpresa e pela falta de dinâmica. 

 

   O júri, com todo o respeito pelos seus constituintes, não é apelativo. Infelizmente, o público mais jovem não conhece ou não está muito interessado em ouvir uma figura como Paulo de Carvalho. Gisela João e Héber Marques ainda não são carismáticos o suficiente. Já o Agir é, de todos, as melhor escolha por ser um dos cantores mais badalados atualmente.

 

   João Manzarra, o apresentador, é o menos culpado do mau resultado, mas demonstra o que já sabia. Há muito que deixou de ser um valor seguro e apelativo para o público.

 

   Por fim, o palco é bom, mas todo o restante cenário causa-me estranheza por ser demasiado escuro.

 

    O "Just Duet - O Dueto Perfeito" começou muito mal e só pode subir os seus resultados nas próximas semanas. É muito difícil descer mais baixo e, se acontecer, será uma situação muito dramática e constrangedora para a SIC.

 

Dados de audiência Total Dia (Live+VOSDAL) para 09 de abril de 2017. Os números apresentados são da responsabilidade da GfK/CAEM.

 

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Revelados jurados do "Just Duet"

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Foram anunciados, hoje, os quatro membros do júri do novo programa da SIC.

 

   "Just Duet - O Dueto Perfeito" é o novo formato do canal de Carnaxide que promete encontrar novos talentos no mundo da música. O painel de jurados conta com quatro estreias nestas andanças. Paulo de Carvalho, Agir, Gisela João e Héber Marques foram os escolhidos para jurados e parceiros dos concorrentes.

 

   João Manzarra regressa aos ecrãs para apresentar o formato produzido pela Fremantle, depois de quase dois anos de ausência.

 

   A estreia do "Just Duet - O Dueto Perfeito" está agendada para o início de abril e é a grande aposta da SIC para os domingos à noite. As gravações começaram esta segunda-feira.

 

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"Got Talent Portugal" é vice-líder na estreia

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A estreia da terceira temporada do talent-show da RTP1, ontem, não foi além dos 975 mil espetadores em média.

 

 

   No regresso ao ecrã, o "Got Talent Portugal" registou picos de liderança durante a emissão, mas não se conseguiu impor ao "Pesadelo na Cozinha". A estreia do formato, agora apresentado por Sílvia Alberto e Pedro Fernandes, alcançou 10,1% de audiência média e 20,8% de share.

 

   O segundo episódio do programa da TVI cativou mais espetadores do que a emissão inaugural. Com 13,5% de audiência média e 30,4% de share, a aposta da estação de Queluz de Baixo liderou as audiências de domingo.

 

   Por sua vez, o "Agarra a Música" registou o seu pior resultado de sempre. No penúltimo programa, o formato da SIC ficou-se pelos 6,7% de audiência média e os 13,9% de share.

 

   O regresso do "Got Talent Portugal" ficou aquém da edição anterior. Em 2016, na estreia, o programa da RTP1 liderou o horário nobre de domingo com uma média de 1 milhão e 244 mil espectadores.

 

 

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Dados de audiência Total Dia (Live+VOSDAL) para 19 de março de 2017. Os números apresentados são da responsabilidade da GfK/CAEM.