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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Rol de elogios

  

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    Faz tempo que queria escrever sobre este programa, mas não queria que fosse apenas um rol de elogios sem verdadeiro conhecimento de causa.

 

   "Cá Por Casa", programa de Herman José emitido pela RTP1, é o melhor talk-show da atualidade.

 

   O "verdadeiro artista" regressou à antena da estação pública para um formato que lhe assenta que nem uma luva. O Herman José deste programa é aquele por quem eu me tornei fã. 

 

   E porque é que este é o melhor talk-show da atualidade? Porque tem tudo! Tem tudo na dose certa.

 

    Em pouco mais de uma hora meia, podemos assistir a boas conversas, boa música, receitas de culinária e bons momentos de humor. Assim de repente, não parece ser muito diferente de qualquer outro programa das manhãs ou das tardes, mas é!

 

   Herman José está como um peixe na água e está feliz, tenho a certeza, com o "Cá por Casa". Isso faz com que a sua genialidade venha ao de cima e não me refiro apenas à genialidade humorística. A ele, junta-se a extraordinária Maria Rueff. Presente em todo o programa, a atriz faz uma incrível parelha com o apresentador.

 

   Pena é que, às quartas-feiras, o programa esteja abafado pelas novelas da concorrência e é ainda mais triste quando a RTP1 abdica do formato para emitir resumos de jogos de futebol, por exemplo.

 

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Mudanças na RTP1

 

A RTP1 tem alterado, lentamente, a sua programação desde a chegada da nova direção de programas. Com melhores ou piores apostas, tem-se tornado num canal com mais nuances de serviço público mas também mais virada para o passado.

 

De entre as estreias dos últimos meses, destaco três pela positiva e quatro pela negativa:

 

 

Terapia - Uma excelente série portuguesa sobre um psicoterapeuta e os seus pacientes. Extremamente bem feita e com boas interpretações das quais destaco: Virgílio Castelo, Soraia Chaves e Nuno Lopes. Infelizmente, emitida todos os dias da semana por volta das 23H00, é completamente abafada pela concorrência. Chega, inclusive, a perder para programas de canais pagos. Um caso sério de injustiça.

 

 

The Big Picture - Já fazia falta um game-show de cultura geral após o Telejornal. Não é um extraordinário programa mas também não desilude. A escolha de Pedro Fernandes para apresentador foi boa. É preciso algum sangue novo no canal sem esquecer os mais "antigos". A aplicação interativa do formato não é nada de especial mas torna o programa mais atual. Esta semana alcançou os seus melhores resultados e tem ganho algum espaço no horário nobre.

 

 

DDT - Finalmente o regresso dos programas de humor à televisão portuguesa. Donos Disto Tudo junta alguns dos melhores nomes da comédia em Portugal. Não foge muito ao que foi o extinto Estado de Graça mas não deixa de ser um bom formato. Não posso deixar de destacar a estreia de Joana Pais. Tem proporcionado os melhores momentos sobretudo nas suas imitações de Cristina Ferreira e de Ana Malhoa. As audiências não são óptimas mas também não envergonham.

 

 

 

Nelo e Idália - Sou fã destes personagens criados por Herman José. Já vi e revi os vídeos dos tempos áureos da dupla e vibrei ao saber que iam voltar em formato série. Desiludi-me. Soa a série dos anos noventa em todos os aspetos sobretudo em termos de cenário. Parece sempre algo feito com pouco tempo e pouco cuidado. Os personagens criados à volta da dupla também não cativam e colocar Maria Rueff a fazer mais do que um personagem também não é boa ideia. Em termos de audiências é também uma desilusão. Estreou à sexta e mudou-se para as terças-feiras sempre com péssimos resultados.

 

 

13 -  " Treze é um talk-show semanal moderado por Sílvia Alberto, que conta sempre com a companhia de um painel de convidados que com ela irão elaborar e discutir um ranking sobre o tema em análise". Foi isto uma das novas apostas do canal. Cheguei a assistir a um ou dois programas . Se o tema fosse bom acabava por ser interessante o problema é que esses se esgotaram rapidamente. Chegou, partiu e poucos deram por ele.

 

 

Agora Escolha e Cartaz RTP - O primeiro já terminou e o segundo estreou recentemente. Dois formatos retirados do baú. Há coisas que deve ficar onde estão e, sobretudo o primeiro, deveria lá ter ficado ou então que tivesse regressado nos mesmo moldes sem momentos de humor forçados. Terminou sem glória. O Cartaz RTP marca o regresso de José Carlos Malato. É um programa que destaca a programação de todos os canais RTP. Nada de novo, nada de especial e nada de importante.

 

 

Animais Anónimos, The Voice Portugal e Got Talent Portugal são, também eles, bons programas. Contudo, são uma herança deixada pela antiga direção. As audiências da RTP1 mantêm-se mesmo com todas as alterações e apesar de estar, muito ligeiramente, mais "virada para o serviço público. Esta facto, não deixa de ser um bom pronuncio.

 

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Que Natal foi este?

 

Olá caros/caras leitores/leitoras. Espero que o vosso Natal tenham sido bom e que perdoem a minha "preguicita aguda" dos últimos tempos. Eu sei que tenho escrito pouco mas prometo voltar ao ativo.

 

A pergunta que se impõe hoje é:  Que Natal foi este nas televisões generalistas?

 

No dia 24, a RTP1 manteve a sua programação e presenteou-nos e bem, apesar de não ter visto, com o musical O Principezinho de Filipe Lá Féria. Ontem estragou tudo. Uma tarde inteira a transmitir um especial do The Voice Portugal que não foi mais do que uma manta de retalhos de todos os programas emitidos até agora. De noite redimiu-se e apresentou a míni-série O Pátio das Cantigas.

 

A SIC foi a que melhor manteve a tradição. Eu não me queixo mas talvez tenha exagerado no número de filmes de animação. Não, não vou criticar a transmissão do Sozinho em Casa 2. É o clássico dos clássicos desta época. O único erro que tenho a apontar foi a escolha dos dois filmes de Harry Potter para o horário nobre. Deviam ter colocado um filme em estreia ou, no mínimo, os filmes mais recentes desta saga.

 

A TVI foi a desilusão deste ano. Dois filmes em dois dias? E nem sequer eram estreias. Especiais da treta de A Quinta, especiais de A Única Mulher e mais uma maratona de 760´s na véspera de Natal. Esse programa, que colocou a carne toda no assador, ou seja, Cristina Ferreira, Manuel Luís Goucha e Fátima Lopes, ajudou o canal de Queluz a vencer o dia 24 com 25,4% de share, seguida da SIC com 22,1%, a RTP1 com 12,3% e o conjunto de canais por Cabo com 28% de share.

 

O dia 25 correu melhor à SIC que conseguiu alcançar os 25% de share, a TVI ficou-se pelos 19,1%, a RTP1 não foi além dos 14,5% e o conjunto de canais por Cabo levou, mais uma vez, a melhor com 27% de cota de mercado.

 

 

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Herman Total

 

Esta quarta-feira segui o Verão Total da RTP1 durante quase toda a tarde. Não o fiz porque adoro o formato mas antes porque Herman José se estreou no daytime do canal público.

 

Sou suspeito, sou fã de quase tudo o que o humorista faz e, mais uma vez, fiquei colado ao ecrã algo que não aconteceria se fosse outro apresentador qualquer a lá estar mesmo que o local, os entrevistados e os cantores fossem os mesmos.

 

 

O Herman desconstrói qualquer conversa com o seu lado humorístico não deixando, contudo, de ser um bom entrevistador e de fazer as perguntas certas. Aquele Verão Total em Borba tinha tudo para ser uma programa pachorrento e não o foi graças à sua presença.

 

Foi uma estreia auspiciosa e que revela que, com mais algum treino, o humorista está preparado para assumir as tardes da RTP em setembro.

 

Colocando de lado esta minha satisfação, há algo em que tenho de ser sincero. Não sei se o público que geralmente vê os programas da manhã e das tardes da estação do Estado se identificam com a apresentação de Herman José. Esse público é envelhecido e de classes mais baixas e, apesar de saber que o apresentador dá cartas nos espectáculos ao vivo e com vários tipos de público, não me parece que o da RTP se identifique tanto com o Herman como com o José Carlos Malato, por exemplo.

 

A esta hora a que escrevo não sei como foram as audiências mas suponho que não se tenham alterado de forma significativa para o bom ou para o mau.

 

Ainda assim, isto mostra que a RTP quer alagar o seu espectro relativamente ao público que a segue e que se está a mexer para, no meio do mesmo, trazer algo de novo.

 

Eu gosto desta aposta e quem gosta do humorista agradece.

Trocas e baldrocas

Esta foi uma semana cheia de novidades. A maior delas, e que acarreta outras duas, é a ida de João Baião para a SIC. Esta possibilidade já corre na imprensa há algum tempo mas a revista Notícias TV, que não costuma falhar, deu como certo o regresso do apresentador ao seu antigo canal já em abril.

 

Entretanto, na gala de aniversário da RTP, Baião disse qualquer coisa como: "já me encontraram substituto mas eu ainda aqui estou". Uma frase que não é a de quem está de saída.

 

Tornando-se essa possibilidade numa certeza, é uma boa jogada do canal de Carnaxide. A SIC não tem apresentadores suficientes para assegurar duplas no daytime. Foram buscar João Paulo Rodrigues por isso mesmo. Existe José Figueiras que, embora seja bom comunicador, já pouco cativa e João Manzarra não serve para estes horários.

 

João Baião é uma figura popular em todo o sentido da palavra. Popular porque se tornou um ícone desde o saudoso Big Show SIC e popular porque agrada ao público mais velho. Se for para as tardes do canal, vai bem. É necessário refrescar e alegrar um horário e Conceição Lino, com o Boa Tarde, não está a dar conta do recado.

 

Por sua vez, a RTP, fica com dois problema em mãos. Perde um dos seus principais rostos e fica com a Praça da Alegria sem um membro da dupla. A opção é, segundo consta, recrutar Jorge Gabriel para formar par com Tânia Ribas de Oliveira. Não me parece o mais correto. Que Jorge regresse mas com Sónia Araújo que estavam lá bem. Só que Jorge Gabriel está no lugar de José Carlos Malato que deixou de vez a condução do Portugal no Coração.

 

Por isso, também a Notícias TV, avança que Herman José é uma hipótese. O humorista também já afirmou que, se for essa a vontade da direção, que o fará. Quanto a mim, é uma boa ideia. Herman é um grande humorista mas também um grande conversador. É, muito provavelmente, um dos melhores a fazer talk-show em Portugal e seria também uma lufada de ar fresco no canal público que precisa de terminar com o enfadonho Portugal no Coração.

 

Ainda assim, Herman não pode ir sozinho. Que leve consigo, aí sim, Tânia Ribas de Oliveira que já demonstrou ter uma grande cumplicidade com o humorista sempre que este é convidado num dos seus programas.

 

Tudo isto são "ses". Tudo isto são trocas e baldrocas de uma televisão portuguesa que não tem figuras masculinas suficientes enquanto tem "criado" apresentadoras a rodos.

 

A ver vamos como serão os próximos meses.

Mais do mesmo

Foi através do Facebook de Rita Ferro Rodrigues que chegou a notícia de que a SIC vai passar a ter uma espécie de "Somos Portugal" ao domingo. A apresentadora revelou que no verão, acompanhada por José Figueiras, vai percorrer o país com um programa em direto.
O canal de Carnaxide vai apostar num programa em tudo idêntico ao da concorrência, ou seja, Somos Portugal da TVI, para a vencer as tardes dominicais.
Opção errada! A SIC já devia ter percebido que não é a copiar que consegue vencer. Veja-se o caso recente de O Formigueiro aos sábados que, poucas emissões depois, foi cancelado. Duvido muito que este novo programa vá vencer o da TVI que já tem o público fidelizado, ainda para mais, não sendo este o ADN da SIC, o popularucho.
Contudo, parece-me que esta opção tem mais a ver com o dinheiro que vão ganhar em passatempos do que pelas audiências em si.
Mas há outra informação que dá que pensar. Não será isto um teste de uma dupla de apresentadores para um novo programa das tardes, lá para setembro, para substituir o moribundo Boa Tarde?
Fica a ideia no ar.

Não é porreiro, pá!

É o assunto do momento. José Sócrates, antigo primeiro-ministro português, vai ter um programa de comentário semanal, com duração de cerca de trinta minutos em horário nobre, na RTP.
 Não concordo!
 
 
O homem que ajudou a colocar Portugal no mau estado financeiro em que se encontra não devia ter honras no canal público, muito menos em horário nobre, e com um programa "assinado" por si. 
 Sócrates já fez saber que não irá auferir qualquer tipo de pagamento por parte da RTP por este serviço. Eu acredito que não. Se depois de ter feito o que fez ainda lhe dão direito de antena, por que não aproveitar? Para o ex-primeiro-ministro será bom, inicialmente, para se poder desculpar relativamente àquilo que ajudou e muito a fazer com o país.
 Para a RTP será um pau de dois bicos. Terá, pelo menos nos primeiros programas, audiências que não tem conseguido alcançar. Este programa de comentário, muito provavelmente, vai ser abertura dos jornais de outras televisões, o que vai dar ainda mais visibilidade ao formato. Por outro lado, prejudica a sua imagem. José Sócrates continua e vai continuar durante muito tempo a ser mal visto pelos portugueses e esta atitude do canal do Estado não abona em nada a favor do seu bom nome.
 Já José Sócrates tem o direito de se expressar tal como muitos dos restantes comentadores que estão por todos os canais. Afinal, não foi só ele que levou o país para o buraco em que está. Foram também a maioria dos políticos que hoje criticam as ações do governo e que, no passado, fizeram igual ou pior. 
 Neste país parece existir uma premissa: os maus políticos dão bons comentadores.
Por fim, parece-me que este espaço de comentário não vai ser para durar.
 Mais tarde ou mais cedo o programa vai perder a importância e o fulgor inicial. A RTP vai perceber que errou e José Sócrates vai arrepender-se de ter voltado ao mediatismo português.

Mexe-te melhor!

A SIC já escolheu o formato que vai fazer frente à terceira edição de Secret Story, na TVI. É uma boa escolha, sobretudo para a concorrência. O reality-show encontrado pelo canal de Carnaxide é uma mistura entre Peso Pesado e Dança Comigo.

 

É verdade! Toca a Mexer foi o nome selecionado para a versão portuguesa do americano Dance Your Ass Off. Basicamente, o programa mostra uma dúzia de concorrentes que, de semana para semana, tentam perder peso e, ao mesmo tempo, competem na pista de dança ensaiando coreografias para apresentar em cada gala. Ganha o concorrente que tiver perdido mais peso e que tenha alcançado boas pontuações nas suas atuações.

 

Júlia Pinheiro já fez saber que não tem disponibilidade para fazer dois programas ao mesmo tempo: o da manhã e este. Portanto, os nomes mais falados para ocupar o cargo de apresentador são: Bárbara Guimarães, Diana Chaves ou a dupla de Ídolos, João Manzarra e Cláudia Vieira.

 

Com estas informações apenas, ou muito me engano, ou este Toca a Mexer está condenado ao fracasso. A SIC precisava de algo diferente ou bem mais polémico para combater a Casa dos Segredos.

 

Já devia ter percebido isso com a segunda edição de Peso Pesado que foi torcidada pelo reality-show da TVI. Este programa vem na altura errada por isso,  está longe de ser o que a estação precisa em setembro.

 

Depois, está em causa a escolha do apresentador/a. Júlia Pinheiro poderia ser a única cara do canal a conseguir "puxar" este programa para resultados razoáveis, mas ou está a fazer bluff ou não o vai mesmo apresentá-lo. Bárbara Guimarães, já se viu, não consegue fazer com que os programas tenham boas audiências, Diana Chaves tem pouca experiência no ramo e o par do Ídolos está desgastado.

 

Com esta escolha, ganha a TVI que, assim, tem as portas do sucesso ainda mais abertas. Para bem da SIC é bom que esta previsão esteja errada, mas tudo aponta para o contrário. A ver vamos!

Regresso ao passado

As televisões de todo o mundo estão a regressar ao passado. A aposta em produtos renovados do que já se fez lá atrás parece ser a nova fórmula encontrada.

 

Nos Estados Unidos da América isso está a acontecer, por exemplo, com Dallas. A TV Globo, do Brasil, está a apostar em nova versões de histórias antigas como o Astro, que estreia a dois de julho na SIC ou Gabriela, a primeira novela a passar em Portugal.

 

Por cá, as coisas parecem não ser diferentes e é a TVI que o está a fazer com mais fervor. Primeiro, apresentou A Tua Cara não me é Estranha. Este formato não é mais do que um saudoso Chuva da Estrelas, da concorrência, mas com famosos. As imitações valeram e muito ao canal de Queluz.

 

Agora, e já no próximo sábado à tarde, estreia Não há bela sem João. Se há uns anos o terceiro canal brindava os espectador com Big Show SIC, chega a vez da TVI pegar na mesma fórmula.

 

Este novo programa conta com a apresentação de Marisa Cruz e de João Paulo Rodrigues, vencedor da primeira edição de A Tua Cara não me é Estranha. A eles juntam-se Cátia Palhinha, concorrente da segunda edição de Secret Story, e o colega do Telerural de João Paulo.

 

Parece-me que José Fragoso, diretor de programas, pensou bem. Esta é uma boa aposta e pode trazer bons frutos ao canal. Contudo, é pena que a estação continue a colocar na prateleira Iva Domingues, que podia ser um nome mais indicado do que o de Mariza Cruz.

 

É a TVI a chegar-se à frente e a utilizar o que já fez sucesso na SIC. Faz bem! Quando uns não querem estão outros desejosos.

Baralha e volta a dar

Vídeo Pop é o novo programa das tardes da TVI. A notícia avançada pelo Diário de Notícias revela que Leonor Poeiras e Nuno Eiró são os apresentadores deste formato.

A estreia está marcada para a próxima segunda-feira. O nome escolhido deixa bastante a desejar. Já a dupla de apresentadores é a possível dentro da pouca escolha que a estação de Queluz tem.
 
A fórmula é simples e bem conhecida. Lembra-se de Gosto Disto! ? Pois bem, Vídeo Pop é basicamente igual. Mudam os apresentadores, o canal, o horário e acrescenta-se um passatempo para o público. Mais uma vez, as televisões continuam a reboque umas das outras, limitando-se a copiar fórmulas que fazem sucesso.
 
O novo programa da TVI pode até ter uma audiência razoável, mas terá de lutar com um horário consolidado pela SIC, onde as novelas brasileiras estão a alcançar resultados francamente bons.
 
Ainda assim, é preciso lembrar que Vídeo Pop será sempre considerado uma cópia e pode muito bem levar com o desgaste que Gosto Disto! deu a este tipo de formato.
 
É a crise que obriga a estas opções de baixo custo. Mesmo assim, parece-me que a crise maior não está na falta de dinheiro, mas sim na falta de ideias.
 
Basicamente as televisões portuguesas vêem, copiam, baralham e dão. Vai ser assim até que esta fórmula continue a dar frutos.