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A caixa que já foi mágica

Um blog de opinião sobre a televisão portuguesa

César Mourão dá liderança à SIC

 

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"D´Improviso" estreou, este domingo, no horário nobre da SIC. O programa apresentado por César Mourão liderou perante a concorrência do "The Voice Portugal", da RTP1, e do "Masterchef Júnior", da TVI.

 

 

   Os domingos da SIC foram entregues a César Mourão e os resultados não poderiam ter sido melhores. Depois de amargar na terceira posição nas audiências de horário nobre de domingo, com a exibição de "Vale Tudo", o canal de Carnaxide terminou com o jejum.

 

   "D´Improviso" conquistou uma média de 1 milhão e 202 mil espetadores. Estes números correspondem a 12,4 % de rating e 24,8% de quota média de mercado.

 

   Na TVI, o regresso de "Masterchef Júnior" não foi além da quarta posição entre os programas mais vistos do dia, baixando os valores deixados pelos "Especiais" do "Apanha Se Puderes". Em média, cerca de 1 milhão espetadores acompanharam as aventuras dos novos pequenos cozinheiros. Em termos de audiências, este resultado equivale a 10,4% de rating e 21,7% de quota média de mercado.

 

   O "The Voice Portugal", da  RTP1, passou a ser a terceira opção na noite de domingo. Os "Tira-Teimas" registaram 9,1% de audiência média e 19,7% de share, ou seja, cerca de 880 mil espetadores viram o talent-show da estação do Estado.

 

   Ainda assim, o "Jornal das 8", da TVI, foi o programa mais visto de domingo, dia 19 de novembro.

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Os dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Inclui Vosdal.

"Gostava mais quando estava no outro lado"

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   Júlia Pinheiro foi surpreendida, em direto, no programa das manhãs da SIC. Ao telefone, uma espetadora afirmou:"gostava muito da Júlia Pinheiro quando estava no outro lado". Foi uma clara alusão ao tempo em que a apresentadora fazia parte da TVI.

 

   Arrisco-me a dizer que o sentimento é geral. Júlia tem feito pouco mais do que o "Queridas Manhãs", enquanto que na concorrência era o rosto das maiores apostas do canal. Percebi, numa entrevista que deu a Daniel Oliveira no "Alta Definição", que a grande causa do abrandamento se deveu a problemas de saúde de uma das suas filhas.

 

   Entendi melhor a posição da apresentadora. Só que isso teve um preço. Deixou de ser uma apresentadora de primeira linha como é, hoje em dia, Manuel Luís Goucha ou Cristina Ferreira. Não em questões de profissionalismo, mas no que toca ao interesse da grande maioria do público. 

 

   A Impresa, dona da SIC, deu-lhe a oportunidade de manter a revista online com o seu nome e deu-lhe ainda um cargo na revista "Activa". Fez mal no segundo caso. A apresentadora tem menos disponibilidade para se dedicar à televisão. E não será aí que faz muito mais falta? Claro que é!

 

   Se tiver disponibilidade para isso, Júlia precisa de voltar ao grande entretenimento. Precisa de voltar a ganhar destaque para o seu próprio bem e, sobretudo, para o bem da SIC. Muito provavelmente o programa das manhãs ganhará um novo fôlego, de que bem precisa.

 

   Volta Júlia, estás perdoada.

 

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Ficha Técnica com Isabel Roma.: "É mais gratificante fazer Serviço Público do que garantir audiências"

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A mudança está a chegar

 

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   Passou quase um mês desde a última vez que escrevi aqui no blog. Confesso que não tenho visto muita televisão. Talvez seja um problema meu, ou então não.

 

   Os canais portugueses têm apresentado muito poucas novidades e, as que o dizem ser, não o são verdadeiramente. Não vejo novelas neste momento e não sigo qualquer programa.

 

   Talvez passe os olhos, com mais frequência, pelo "Cá Por Casa" de Herman José, ou então pelos programas de domingo à noite. Nesse campo, tenho de mencionar que o "The Voice Portugal" começa a perder qualidades. Quanto a mim, está tornar-se enfadonho ou então precisa mesmo de uma pausa mais prolongada.

 

   O "Vale Tudo" está com muito pouca piada. Não percebo como é que a SIC, que tem os melhores atores do Teatro de Revista da atualidade no seu leque de estrelas, não os utiliza num programa desta índole. Falo, por exemplo, de Marina Mota, Maria João Abreu, José Raposo ou João Baião. Em vez disso colocam como concorrentes, com todo o respeito, pessoas como a Dânia Neto ou a Cleia Almeida que não conseguem ter piada porque não é esse o seu ramo.

 

 

   Quantos aos especiais do "Apanha Se Puderes", da TVI, não é o entrenimento que ser quer ao domingo e correram também o risco de desgastar o formato.

 

   Talvez ande distraído mas, cada vez mais, os canais generalistas estão a perder força por não se saberem situar e mudar. Acredito que, tal como eu, muitos jovens já passem muito pouco do seu tempo a olhar para a RTP, a SIC ou a TVI.

 

   Conto-vos que me entregrei de corpo e alma, talvez tardiamente, a "Game of Thrones". Nos últimos meses, a minha televisão tem-se ligado para recuperar o tempo perdido. Vou na 5ª. temporada e não consigo parar. Sou mais um dos que prefere ver o que quer, à hora que quer e da forma como quer.

 

   Os tempos estão a mudar rapidamente e os canais generalistas têm de estar mais atentos. "O inverno está a chegar"!

 

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"Paixão" VS "A Herdeira"

   

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   A SIC e TVI lançaram as suas principais apostas na área da ficção. Nas audiências, nestas primeiras semanas, "A Herdeira" não deu hipótese a "Paixão".

 

   A novela do canal de Queluz é líder incontestável de audiências, relegando a trama da estação de Carnaxide para um segundo plano bem longínquo.

 

   A verdade é que o fio condutor da história da TVI é bem mais denso e muito menos banal. É verdade também que já tudo, ou quase tudo, foi feito em televisão. O que existe é a possibilidade de alterar ou contar de outra forma. Foi o que fez Maria João Mira, a autora. Há quanto tempo a comunidade cigana não era retratada na ficção portuguesa?

 

   Claro que a ideia não é nova. "Explode Coração, emitida pela SIC, foi uma dos maiores sucessos de todos os tempos em Portugal. A novela da TV Globo contava a história de Dara, uma cigana, que se apaixonou por um homem que não pertencia à sua etnia.

 

   Aliado a esta "falsa" novidade, está um primeiro episódio explosivo, embora com algumas falhas. Destaque ainda para aquele que é um dos melhores genéricos realizados em Portugal nos últimos anos.

 

 

 

   Do outro lado temos "Paixão", com um banalíssimo fio condutor: um homem, injustamente preso, regressa anos depois com sede de vingança e encontra o amor da sua vida com outro homem. Mais tarde, descobre também que tem uma filha dessa mulher que ainda ama. Pelo contrário, ela odeia-o por achar que ele matou o seu pai.

 

   Ao contrário da novela da TVI, o primeiro episódio foi bem mais fraco. O momento mais empolgante foi, talvez, o pai da protagonista a cair de uma varanda e todo o drama que se fez à volta dessa situação. Contrastando, e muito, com uma cena de tiroteio numa festa, no México, em "A Herdeira".

 

   As contas são fáceis de fazer. No confronto direto, "A Herdeira" venceu sempre "Paixão". A trama da TVI conta, habitualmente, com mais de cerca de 200 a 300 mil espetadores que a novela da SIC.

 

   Daqui para a frente, muito dificilmente haverá uma inversão de resultados. Resta ao terceiro canal acertar na mouche na substituta e sobretudo esperar que a estação de Queluz de Baixo falhe na próxima escolha.

 

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"Biggest Deal" ou "Biggest Loser"? - Opinião e audiências

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   "Biggest Deal" estreou, este domingo à noite, na TVI. Em dia de eleições autárquicas e de derby entre FC Porto e Sporting, o reality-show teve o pior resultado de sempre em formatos do género para o canal.

 

   Mas vamos primeiro a uma opinião/primeira impressão. O novo programa da TVI mereceu os maus resultados. A falta de ritmo, a falta de emoção, a falta de reações por parte de uma plateia que não existiu e facto o de tudo estar (mal) ensaiado em demasia mataram o formato logo à nascença.

 

   A ideia que fica é que a TVI e a Endemol desaprenderam de fazer reality-shows. O lote de concorrentes é bom, embora falte uma figura polémica ou extravagante. Continuo a achar que José Castelo Branco faz falta. Além disso, a estreia foi tão enfadonha que até a concorrência, sem qualquer tipo de novidade, foi mais apetecível.

 

   O maior erro foi não colocar Teresa Guilherme num estúdio, com público, e lançar os concorrentes a partir daí. Outro erro foi dar tempo de antena a um casal chinês que "não percebia" a língua portuguesa e que afinal percebia tudo. O público não vai nestas cantigas. São parvoíces que já há muito tempo deixaram de fazer sentido. A falta de ritmo e de verdadeira novidade fizeram o resto.

 

   A partir de agora, o caminho de "Biggest Deal" vai ser muito mais difícil. O "The Voice Portugal" volta para a semana, tal como a nova temporada do "Vale Tudo".

 

   Quanto aos números, a nova aposta da TVI não foi além dos cerca de 700 mil espetadores. Este valor corresponde a 7,2% de audiência média e 17,1% de share. O reality-show chegou mesmo a perder para a concorrência da SIC e da RTP1.

 

   Recorde-se que, em 2016, "Secret Story 6" conquistou 1 milhão e 208 mil espectadores, em média. Em 2013, a estreia de "Secret Story 4", também em dia de eleições, registou uma média de 1 milhão e 739 mil espectadores.

 

   Neste domingo, 1 de outubro, o "Autárquicas 2017" da TVI foi o programa mais visto do dia, seguido do "Jornal da Noite - Eleições Autárquicas", da SIC.

 

Os dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações.

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As novidades da SIC

 

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    A SIC já lançou os dados e está preparada para a nova temporada.

 

    Uma novela, dois regressos, um final e uma estreia absoluta é aquilo que pode esperar já este mês.

 

    Conheça as apostas da SIC:

 

 

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   O programa regressa para uma segunda temporada e traz também de volta Conceição Lino. A jornalista é a autora do formato que "testa a capacidade de intervenção dos portugueses na defesa do outro, a partir de situações ficcionadas". Recorde-se que a primeira temporada foi um sucesso.

 

 

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   Os bons resultados da "Atualidade Criminal", nas manhãs da estação, deram a Hernâni Carvalho um novo programa às 19H00. A atualidade criminal e outras questões vão ter espaço de antena num horário em que a SIC está cada vez mais longe da liderança.

 

 

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   Esta é a nova novela da SIC que vai substituir "Amor Maior". Protagonizada por Margarida Vila-Nova, Albano Jerónimo, Joana Solnado e Marco Delgado, "Paixão" conta a história de um homem determinado a lutar pela justiça e determinado a recuperar dez anos de vida. É uma novela de homens e mulheres que vão ao limite para conseguirem aquilo em que acreditam.

 

 

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    O "Vale Tudo" regressa também à estação de Carnaxide com algumas caras novas e numa versão já gravada.

   Cecília Henriques, Cleia Almeida, Salvador Martinha e Dânia Neto, juntam-se aos veteranos Rui Unas e César Mourão, os capitães de equipa.

   O "Cenário Inclinado" é a "prova rainha" do formato e João Manzarra mantém-se como apresentador.

 

   

   As manhãs da SIC também se vão alterar. "A Vida Nas Cartas" termina já a 8 de setembro. A solução encontrada para substituir o programa de tarot foi esticar o "Queridas Manhãs". O fomarto apresentado por Júlia Pinheiro e João Paulo Rodrigues passa a ter início às 09H00.

 

 

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Pior a emenda

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   A SIC estreou a novela brasileira "Novo Mundo" em abril. No horário das 19H00, a estação de Carnaxide já era apenas a terceira estação preferida nas audiências.

 

   Com a chegada da história de época ficou ainda pior. Protagonizada por Isabelle Drummond e Chay Suede, "Novo Mundo" atirou a SIC para resultados miseráveis, abaixo até da audiência do programa das manhãs.

 

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   A solução encontrada foi colocar a produção da Globo para lá das 00H00 e fazer regressar o "Gosto Disto!", apresentado por Andreia Rodrigues e César Mourão. A repetição foi um desastre ainda maior. Chegou a perder para o último episódio de "A Escrava Isaura", da CMTV, e até mesmo a novela que antes ocupava o horário chegou a ter mais público.

 

 

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   A aposta ainda mais errada deu lugar, a semana passada, à reposição de "A Família Mata", que conta com Rita Blanco e José Pedro Gomes no elenco. Pouco ou nada mudou. A SIC continua em terceiro num horário importantíssimo. Cristina Ferreira e a TVI estão a léguas de distância e "O Preço Certo", da RTP1, também está longe.

 

   Ou na SIC andam a testar produtos para saber no que apostar em setembro ou então estão sem saber o que fazer. Não é com repetições que se sobem os resultados às 19H00. O "Jornal da Noite", por exemplo, já se recente nas audiências com estes péssimos antecedentes. A estação de Carnaxide tem de se mexer bem e depressa ou corre o risco de precisar de anos para recuperar a dignidade neste horário.

 

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Que se faça poucas vezes, mas que se faça as vezes necessárias

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   Este é um breve comentário àquilo que se passou, esta terça-feira, no Meo Arena. Debruço-me, obviamente, sobre as televisões que se juntaram, pela primeira vez, para uma emissão conjunta e solidária. O objetivo era só um: ajudar as vítimas dos incêndios de Pedrogão Grande.

 

   Queria dormir cedo, mas não consegui. O "Juntos Por Todos" foi um momento belíssimo de compaixão, entreajuda e de esperança. Dormi menos, mas dormi melhor.

 

   Foi bonito ver as caras de todas as televisões juntas por uma missão. Sem rivalidade. Tal como foi bonito ver que os três canais abdicaram de espaços de publicidade em pleno horário nobre. 

 

   Apesar da transmissão conjunta, cada canal teve os seus próprios comentadores e entrevistados. É aqui que destaco a TVI. Que me tenha apercebido, foi a única estação a estar em direto de Pedrogão Grande. Isso deu outra perspetiva à emissão e, também por isso, conseguiu liderar as audiências. Algo que pouco interessa porque, nesta noite, todos ganhámos.

 

   Destaco os dois momentos do espetáculo que mais me marcaram: a incrível prestação da fadista Carminho e o coro que se juntou a Salvador Sobral quando se cantou "Amar Pelos Dois".

 

   Que eventos como este se repitam e não só quando existam desgraças. Caso contrário, que se faça poucas vezes, mas que se faça as vezes necessárias.

 

Lê também:

Mais de 2 milhões estiveram "Juntos Por Todos"

 

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Mais de 2 milhões estiveram "Juntos Por Todos"

 

 

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A emissão conjuta entre RTP1, SIC e TVI rendeu ao "Juntos Por Todos", esta terça-feira, mais de 2 milhões e 700 mil espetadores.

 

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   A TVI foi o canal preferido pelos portugueses para seguir a emissão do evento de ajuda às vítimas dos incêndios em Pedrogão Grande. Embora os três canais generalistas partilhassem a transmissão, cada um escolheu as suas caras para comentar o concerto e o ambiente no MEO Arena.

 

   A estação de Queluz de Baixo registou 13,3% de audiência média e 31,3% de quota de mercado. Estes valores correspondem a 1 milhão e 287 mil espectadores. 

 

   A SIC foi a segunda escolha dos portugueses. "Juntos Por Todos" registou cerca 808 mil espetadores em média. O valor foi de 8,3% de rating e 19,7% de quota média de mercado.

 

   A RTP1 foi a terceira escolha no horário nobre de ontem. O evento registou 7,2 % de rating e 16,8% de share. Este valor  significa que mais de 692 mil espetadores estiveram ligados ao canal público.

 

   A estes números das televisões somam-se ainda aqueles que seguiram a emissão pelas rádios nacionais ou pela Internet.

 

Lê também um breve comentário sobre o espetáculo:

Que se faça poucas vezes, mas que se faça as vezes necessárias

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Dados de audiência Total Dia (Live+VOSDAL) para 27 de junho de 2017. Os números apresentados são da responsabilidade da GfK/CAEM.

 

 

 

 

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"Juntos Por Todos"

   

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   Esta terça-feira (27/06), a RTP1, a SIC e a TVI emitem um concerto de homenagem às vítimas dos fogos florestais de Pedrógão Grande e zonas envolventes. A esta transmissão, em simultâneo pelas três televisões, juntam-se também todas as rádios. O valor dos bilhetes vai inteiramente para aqueles que foram prejudicados pelo incêndio que deflagrou a 24 de junho.

 

   Felizmente, os canais generalistas portugueses juntaram-se para um bem maior. É a primeira vez que o fazem e merecem um aplauso por isso. Vão abdicar da suas programações para emitir um evento em simultâneo. Sabem que vão perder audiências, porque vão dividi-las, mas sabem também que é preciso ajudar.

 

   No outro dia assisiti a uma entrevista a Carminho. A fadista dizia que "somos rivais quando está tudo bem, quando está tudo mal somos parceiros", numa alusão à rivalidade no mundo artístico e focando-se neste evento. Esta é a frase que melhor define este gesto das televisões portuguesas, das rádios e dos artistas.

 

   Tenho ainda  de enaltecer a atitude da SIC na semana que passou. Na segunda e na sexta-feira, dedicou a programação das manhãs e das tardes à tragédia que assolou a zona centro do país.

 

   Durante dois dias, abdicou de ganhar dinheiro com as chamadas de valor acrescentado, para angariar dinheiro que será doado a quem precisa. Obviamente que houve uma exploração da tragédia para conseguir audiências.

 

   Neste caso não condeno. Que tenha tido conhecimento, mais nenhum canal teve a grandeza deste gesto, que correspondeu a uma generosa quantia monetária, mas que nem por isso gerou melhores audiências para a estação de Carnaxide. A SIC merece os parabéns por esta atitude.

 

   O concerto tem início pelas 21h00, no MEO Arena, e a receita obtida será entregue à União Das Misericórdias Portuguesas.

   O "Juntos Por Todos" é uma iniciativa civil, co-produzida pela Sons em Trânsito , Nação Valente, MEO Arena, Blueticket, RTP, SIC, TVI e artistas participantes. São eles: Agir, Amor Electro, Ana Moura, Aurea, Camané - Página oficial, Carlos do Carmo, Carminho, D.A.M.A, David Fonseca, Diogo Piçarra , Gisela João, Helder Moutinho Official , João Gil, Jorge Palma, Luisa Sobral, Luís Represas, Matias Damásio, Miguel Araújo, Paulo Gonzo, Pedro Abrunhosa, Raquel Tavares, Rita Redshoes, Rui Veloso Oficial, Salvador Sobral e Sérgio Godinho. Os bilhetes já estão esgotados, mas o "bilhete solidário" pode ainda ser comprado.

 

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