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A caixa que já foi mágica

Blog de opinião sobre a televisão portuguesa

"Portugal X Espanha" é o programa mais visto desde 2016

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A estreia da seleção portuguesa no Mundial de futebol de 2018, frente à Espanha, foi acompanhado por uma média de 2,8 milhões de espectadores.

 

   A partida que colocou os dois países da Península Ibérica frente-a-frente rendeu à RTP1 uma audiência média de 28,9% e 68,2% de quota de mercado.

 

   O jogo emitido na sexta-feira (15/06), às 19H00, que acabou com um empate a três bolas entre as duas equipas foi o programa mais visto do ano e deu ao canal do Estado a liderança nas audiências nesse dia. Para se encontrar uma audiência superior é preciso recuar até dia 10 de julho de 2016, quando Portugal defrontou a França na final do "Euro 2016".

 

   Já em 2017, o programa mais visto foi "Portugal X Suíça", com 2,3 milhões de espectadores em média, num jogo a contar para a qualificação do Mundial que agora se joga. 

 

   A equipa das Quinas volta a entrar em campo na próxima quarta-feira para jogar com Marrocos. A partida tem início às 13H00 e é transmitida pela SIC.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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Final da Eurovisão é a mais vista dos últimos 10 anos

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A RTP emitiu, no sábado (12/05), a final do "Festival Eurovisão da Canção" que foi seguida por uma média de 1 milhão e 548 mil espectadores.

 

   A transmissão do evento realizado, pela primeira vez em Portugal, rendeu ao canal público a melhor audiência desde 2008. Os 1 milhão e 548 mil espectadores traduzem-se em 16 % de rating e 36,4% de quota média de mercado. A emissão do certame liderou a noite de sábado do início ao fim. O minuto mais visto aconteceu já bem perto do final do espetáculo, altura em que o público estava próximo de saber se o vencedor seria Israel ou o Chipre. Às 23h39 a RTP1 era seguida por cerca de 1 milhão e 897 mil espectadores, o que corresponde a 19,6% de rating e 50,2% de share.

 

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   Para encontrar um resultado melhor que o deste ano, são precisos recuar 10 anos, altura em que Vânia Fernandes cantou "Senhora do Mar" e havia a esperança na melhor pontuação de sempre, o que acabou por não acontecer. Em 2008, 1 milhão e 716 mil portugueses viram a final de Belgrado.

 

   Já em 2017, ano em que Salvador Sobral venceu com a canção "Amar Pelos Dois", a final foi acompanhada por uma média de 1 milhão e 401 mil espectadores. Contudo, o momento mais visto já bem perto do final da emissão, registou uma média de 2 milhões e 372 mil espectadores.

 

   Subida generalizada de audiências na Europa

 

   Algumas televisões europeias já deram a conhecer as audiências da final de sábado.

 

   Espanha registou uma média de 7,2 milhões de telespectadores, mais 3,15 milhões de telespectadores do que em 2017.

 

   Itália registou o segundo melhor valor desde que regressou ao certame em 2011. Em média, 3, 430 milhões de espectadores acompanharam a transmissão.

 

   No Reino Unido, a emissão da BBC1 foi vista por uma média de 6,9 milhões de espectadores o que significa um aumento de público relativamente ao ano passado.

 

   Já em França, 5,15 milhões de pessoas acompanharam o Festival. Foi a maior audiência desde 2009.

 

   O Chipre, que ficou em segundo lugar com o tema "Fuego", chegou a registar 93,4% de share, o que significa que 9 em cada 10 pessoas que tinham a televisão ligada, assistiam ao "Festival Eurovisão da Canção".

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

 

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Cristina confronta Maya em direto (com vídeo)

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Cristina Ferreira subiu, esta quarta-feira, ao palco do Casino Estoril para receber o prémio “Sexy 20”, da CMTV.

 

   No momento da entrega do prémio, a apresentadora da TVI fez uma piada sobre as afirmações que Maya tem feito sobre si.

 

   O momento ficou marcado por uma amena troca de galhardetes. Ainda assim, até aqui as palavras de ambas têm sido bem mais duras.

 

   Recorde-se que Maya afirmou que Cristina Ferreira foi vista nas suas férias em França com um homem "mistério". A colega de Manuel Luís Goucha desmentiu várias vezes tal afirmação gerando um mau estar entre as duas.

 

   Veja o momento que marcou a gala da CMTV:

 

 

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Milagre de 13 de maio

   

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   Há qualquer coisa de especial no Festival da Eurovisão deste ano. Não sei se vamos vencer mas a verdade é que, desde o ano em que a Vânia Fernandes nos representou, que não sentia tanta esperança num excelente resultado do nosso país.

 

   Eu acredito num novo milagre a 13 de maio, mas desta vez do Salvador. Não será uma aparição, mas não ficará muito longe. A música, pelo menos, é mágica!

 

   A RTP decidiu fazer uma pausa na Eurovisão. Essa pausa teve o efeito esperado dos anos sabáticos dos jovens adultos, que estão prestes a ingressar no ensino superior. A RTP pensou e repensou o formato apresentado ao público, desafiou grandes intérpretes e grandes compositores e o resultado foi melhor do que o esperado, tanto pelo público como pelos próprios responsáveis da RTP. Sim, porque duvido que alguém acreditasse que o Festival da Canção tivesse este impacto no público português, há muito desligado destas andanças.

 

   Vamos a Kiev com uma canção extraordinária. Uma canção que me deixou apreensiva, por achar que não se encaixava neste novo formato da Eurovisão: cheio de espetáculo, luzes, cores, milhões de pessoas e a esperança de se ouvirem novos grandes hits. Todos sabemos que “Amar pelos dois” não é um grande hit, é antes uma grande canção e, por isso mesmo, tem todo o mérito por ter chegado até aqui.

 

   Pessoalmente, não suporto a voz da Luísa Sobral e acho-a extremamente irritante. Talvez isso me tenha afastado da música desde o início. Não torci para que ganhasse, mas fiquei feliz por ver o envolvimento dos portugueses na votação e no apoio à música.

 

   O Festival da Eurovisão renasceu em 2017 no nosso país e isso é bom. Principalmente para quem sonha um dia assistir a este grande espetáculo, no Meo Arena (Eu!). Comecei o texto a dizer-vos que sinto que “há qualquer coisa de especial” na edição deste ano. Eu sinto que tudo se está a conjugar para uma grande vitória do nosso país. E querem saber porquê? Portugal nunca consegue grandes vitórias sem grandes tristezas. Vejamos o exemplo da conquista do Europeu de futebol, no ano passado, com Cristiano Ronaldo a sair lesionado, na final que sempre quis jogar e vencer. Tivemos de roer demasiadas unhas para chegarmos até ali e acreditar, muito, que mesmo sem Ronaldo iríamos conseguir. Temos sempre heróis improváveis nas nossas grandes vitórias, vejam o caso do Éder, um jogador que passou, e passa, despercebido no futebol, mas que foi o grande herói da Seleção Nacional em França.

 

 

   Salvador Sobral é o nosso Éder e o nosso Ronaldo. Vai lesionado, é um outsider, mas leva consigo uma grande “equipa” (entenda-se MÚSICA). Vamos ganhar? Não sei… somos demasiado pequenos. Mas se sairmos derrotados, sabemos que, pelo menos, fomos com tudo para vencer.

 

   Artigos relacionados: A concorrência de Salvador ; Final Inteligente.

   

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Lembras-te disto?

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  Com o final do verão à porta, recordamos um típico programa desta época do ano e que muitos relembram com saudosismo. 

 

  Jogos sem Fronteiras. Lembras-te disto?

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  Transmitido pela RTP1, este foi um dos programas que mais fez vibrar pequenos e graúdos. A primeira emissão dos "Jogos sem Fronteiras" foi exibida em setembro de 1979, em Portugal, tornando-se na primeira emissão a cores do canal público, embora pudesse apenas ser vista noutros países.

 

  Os jogos consistiam em exigentes provas físicas, mas divertidas aos olhos de quem assistia. Cada emissão continha dez provas e também dez eram os participantes de cada país.

 

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  Eládio Clímaco (ao centro na imagem), tornou-se no rosto português deste programa. Ao longo de 15 participações portuguesas, teve a companhia de Fialho Gouveia, Luís de Matos (na imagem), Anabela Mota Ribeiro (na imagem), Ana Zanatti, Alice Cruz, entre outros.

 

  Os "Jogos sem Fronteiras" foram criados por  Charles de Gaulle, em 1963. Contudo, a primeira emissão foi para o ar apenas dois anos depois, em 1965, com Alemanha e França em jogo.

 

  O francês criou o formato com a intenção de unir e promover a amizade entre os vários países da Europa. Um valor que continuava algo perdido, uma vez que a Segunda Guerra Mundial tinha terminado 18 anos antes, em 1945.

 

  Portugal foi a jogo, pela última vez, em 1998.

 

  Já mais recentemente, Eládio Clímaco confessou à rádio online da Escola Superior de Comunicação Social, que a RTP recusou o regresso do programa em 2010.

 

  Atualmente os "Jogos sem Fronteiras" são emitidos, em repetição, pela RTP Memória.

 

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Vitória de Portugal atinge pico de 4 milhões e meio de espetadores

 

 

 

 

 

O jogo entre França e Portugal, transmitido ontem pela RTP1, atingiu um pico de 4 milhões e meio de espetadores às 22H32.

 

 

 

 

A partida que sagrou Portugal como campeão europeu de futebol deu à RTP um resultado avassalador nas audiências. Em média, 3 milhões e 700 mil espetadores virão a derrota da França na final do Euro de 2016.

 

O jogo garantiu uma audiência média de 38,0 pontos, com um share de 78,2% em 174 minutos de emissão. 

 

O golo de Éder, que deu a vitória à seleção das Quinas, registou um rating de 43,7 e 84,4% de quota média de mercado.

 

No mesmo horário, SIC e TVI não foram além dos 2,5/5,1% e 2,1/4,3%, respetivamente.

 

 

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