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A caixa que já foi mágica

Blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Uma canção que não é brinquedo

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   Há dois assuntos sobre os quais ainda quero escrever acerca do "Festival Eurovisão da Canção 2018". O primeiro é uma espécie de defesa da música vencedora, a de Israel, e o segundo trata-se do merecido elogio à prestação de Filomena Cautela enquanto apresentadora do espetáculo. Por agora, fico-me pelo primeiro.

 

   O júri e a maioria do público vontante escolheu a canção "Toy", interpretada por Netta Barzilai, para vencer o certame. Por outro lado, há uma imensidão de outro público que a critica.

 

   Que me desculpem os críticos musicais, os cultos e os mal informados, que incluem muitas vezes os dois anteriores, mas a canção vencedora não se resume a uma gorda que imita uma galinha.

 

   Em 2015, a ONU afirmou que Israel era o país do Mundo que mais violava o Direito das Mulheres. Netta foi vítima de bullying durante a infância e a adolescência. Segundo o "Folha de São Paulo", a cantora chegou a perder trabalhos devido à sua forma física. Estudou música na banda da Marinha, enquanto cumpriu os dois anos de serviço militar obrigatório naquele país, e estuda ainda eletrónica na Escola de Música Contemporânea Rimon.

 

   Em "Toy", a cantora imita o cacarejar de uma galinha. Ridículo? Talvez sim, mas há uma razão válida. Esses sons representam a forma como Barzilai interpreta os insultos dos "cobardes" que praticam atos de bullying. A música que levou à final de Lisboa associou-se ao movimento #Metoo, criado para combater o assédio sexual. Na letra, a mulher de Israel afirma não ser "um brinquedo". Não é ela, nem é mulher nenhuma.

 

   Concordo que "Amar Pelos Dois" é uma música melhor e mais bonita, o que não quer dizer que "Toy" seja terrivelmente má. A música de Netta diverte-me e isso basta-me. Há espaço e ocasiões para tudo. Se a canção de Salvador Sobral tocar numa discoteca, por exemplo, não me vai soar bem a mim nem a niguém.

 

   A "baleia" e "asquerosa" como, infelizmente, alguns lhe chamam nas redes sociais, venceu com justiça o "Festival Eurovisão da Canção". Se é verdade que existiam a concurso melhores canções, também é verdade que muitas delas não tinham uma mensagem tão importante para passar. 

 

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"Deixem a eurovisão portuguesa em paz!"

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Deixem a Eurovisão portuguesa em paz!

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   Escrevi este texto ao mesmo tempo em que estava a assistir à segunda semifinal do Festival Eurovisão da Canção 2018. 

   Não quero fazer deste um artigo de "bota abaixo" e muito menos escrever um texto daquilo que a RTP não fez ou devia ter feito. Quero antes fazer um elogio àquilo que foi capaz de construir.

   Com duas semifinais vistas, há duas conclusões que posso tirar: 

   A vitória de Salvador Sobral, em 2017, fez com que os países, sobretudo os do sul da Europa, apostassem em músicas na sua língua materna e que outros apostassem em canções com um teor menos "festivaleiro". Ou seja, alterou-se o paradigma daquilo que todos achávamos poder ser uma música vencedora. 

   Por outro lado, a exclusão dos painéis que permitiam a exibição de vídeos ao longo das atuações foi uma aposta ganha da RTP. A utilização de jogos de luz centrou a atenção na canção e muito menos naquilo que acontece em torno dela. 

   O canal português conseguiu, com o orçamento mais baixo dos últimos 10 anos, criar uma "Eurovisão" diferente. Essa diferença tornou-a numa das melhores edições da história recente.

   Não posso deixar ainda de comentar a prestação de Catarina Furtado, numa altura em que é alvo de duras críticas nas redes sociais e na imprensa pelo seu inglês. 

   Chocava-me se a apresentadora não soubesse utilizar bem o português. Não me choca nada se a sua pronúncia em inglês não é perfeita. 

   Catarina é uma das mais experientes apresentadoras portuguesas. Pautou a sua carreira pelo profissionalismo, aliado à sua elegância. Dedicou e dedica ainda parte do seu tempo e da sua vida a ajudar os outros como Embaixadora da Boa Vontade, nas Nações Unidas. Merece, por tudo isso, estar onde está. 

   Somos tão extraordinários a fazer bem, como aqui pudemos constatar, como somos tão exímios a criticar e a "botar abaixo" aquilo que outros fazem para elevar o nome de Portugal no Mundo.

   Parabéns RTP!

 

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Olho para tudo e não vejo nada

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   Talvez o título deste artigo seja demasiado extremista, mas o "Festival da Canção 2018" está envolto em demasiadas polémicas, precisamente no ano em que não eram necessárias. Oiço muitos comentários, mas vejo muito pouco de positivo até agora.

 

   A segunda semifinal, emitida este domingo, foi bem melhor que a primeira. É inegável o facto de que existiram melhores canções e também melhores intérpretes. Isso não faz com que me esqueça da terrível falha na apresentação da primeira música, onde foram claros os problemas de som e o impasse das câmaras e da organização em saber se travavam ou não a atuação. 

 

   Quanto às músicas, deixemo-nos de tretas, há três capazes de nos fazerem orgulhar na Eurovisão, capazes de se perpetuar no tempo e capazes de despertar o interesse das rádios portuguesas, tal como escrevi sobre "Amar Pelos Dois": "Canção do Fim""O Jardim" e "Sem Título". Tenho preferência clara pelas duas primeiras. Foram as únicas que me fizeram sentir algo além do prazer de as ouvir. 

 

   A música de Diogo Piçarra é um dos temas do momento nas redes sociais. No domingo era a mais bestial para a maioria, conseguindo a unanimidade entre público e júri. Menos de 24 horas depois, é a "besta" ao ser acusada de plágio relativamente a uma canção da Igreja Universal do Reino de Deus.

 

   Não há grande volta a dar. A melodia e a entoação das palavras é igual. A partir daqui, fica ao critério de cada um. Não acredito que o músico tenha copiado um cântico da IURD, sobretudo numa época em que as redes sociais estão atentas, não perdoam, e em que a Instituição atravessa um período extremamente difícil devido às acusações das adoções ilegais. Esperava uma justificação melhor por parte do cantor do que aquela que deu na sua página de Facebook. Só a aceita e entende quem estiver predisposto a isso.

 

   Aquela que era e é a candidata à vitória do "Festiva da Canção" tem agora uma missão espinhosa pela frente. A polémica vai retirar-lhe brilho e o primeiro lugar não terá o mesmo "sabor".

 

  Uma das três canções mencionadas será a justa vencedora, na noite em que na RTP1 tem de afastar todas as polémicas e defender a canção eleita com unhas e dentes. Infelizmente, a visibilidade que o "Festival" voltou a conseguir é um pau de dois bicos. 

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Salvador "faz batota" e já é favorito à vitória

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Portugal subiu, esta sexta-feira, ao primeiro lugar nas preferências dos apostadores para vencer o Festival Eurovisão da Canção.

 

 

   No site eurovisionworld.com, que faz a média de várias casas de apostas, Portugal estava desde 6 maio no segundo lugar do pódio para vencer o Festival deste ano. Esta sexta-feira, destronou a Itália do primeiro lugar, canção que ocupava esse posto desde 18 de fevereiro deste ano.

 

   Também o Google, através do Google News Lab, mediu as pesquisas, no seu motor de busca, para analisar as hipóteses de cada país na corrida à vitória no certame musical. A canção portuguesa "Amar Pelos Dois", tornou-se na participação mais pesquisada, deixando a Austrália em segundo lugar por larga margem.

 

   A imprensa portuguesa e internacional estão a lançar cada vez mais notícias acerca da participação de Salvador Sobral no Festival. Numa crónica sobre a primeira semi-final, o jornal "The Telegraph", afirma que Portugal seria um justo vencedor, apesar de fazer "batota". Pode ler-se: "Mandar uma canção artística e muito bem-feita à Eurovisão é, do ponto de vista técnico, fazer batota", afirmou a jornalista da publicação britânica.

 

   Por cá, o Sport Lisboa e Benfica, que pode vencer o campeonato português de futebol também no sábado, surpreendeu ao apelar ao voto em Salvador Sobral, nas redes sociais.

 

 

   Portugal sobe ao palco este sábado, 13 de maio, e é a 11ª. canção a apresentar-se num total de 25.

 

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A concorrência de Salvador

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Salvador a caminho da vitória - "13 Reasons Why"

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Salvador Sobral sobe hoje ao palco da Eurovisão para representar Portugal.

 

 

   Terça-feira é o primeiro grande dia para "Amar Pelos Dois" (vê o último ensaio). A música que representa Portugal no Festival Eurovisão da Canção de 2017 é a nona a apresentar-se na primeira semi-final. 

 

   Salvador Sobral, o interprete, é um dos grandes favoritos à vitória da final do próximo sábado.

 

   Há 13 razões, numa clara inspiração numa das séries mais badaladas do momento, "13 Reasons Why" (Por 13 razões), para Portugal vencer o certame pela primeira vez.

 

   Umas são mais plausíveis que outras, mas não deixam de ser razões.

 

   Conhece a lista:

 

   1º. Conchita Wurst, vencedora do Festival em 2014, e uma das mais badaladas vencedoras até aos dias de hoje, elogiou a música do representante português através do Twitter;

 

   2º. Nunca uma canção portuguesa tinha estado no segundo lugar das preferências dos apostadores para vencer o Festival;

 

   3º. As melhores posições que Portugal conseguiu no concurso foram conseguidas com músicas cantadas em português. "Amar pelos dois" é cantada integralmente na língua de Camões;

 

   4º. A doença cardíaca de Salvador Sobral é um tema que marca a sua participação. Seja em que país for, todos adoram um bom drama;

 

   5º. Loreen, vencedora em 2012, foi participante do programa "Ídolos", não tinha televisão e nunca tinha visto o festival. Salvador também ficou conhecido no mesmo formato e afirmou, em entrevista à RTP1, que não vê televisão nem segue o espetáculo anual;

 

   6º. A grande final é no dia 13 de maio. Nessa data comemoram-se os 100 anos das supostas aparições de Fátima. A vitória de Portugal na Eurovisão seria um novo milagre. No mesmo dia, o Sport Lisboa e Benfica poderá torna-se novamente campeão nacional de futebol. Portugal manteria, assim, a tradição de ser o país do "fado, de Fátima e do futebol";

 

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   7º. A comunicação social internacional está rendida a "Amar Pelos Dois" como nunca antes tínhamos visto. O jornal inglês "Metro" escreveu que "o mundo está a apaixonar-se pelo melhor candidato português de sempre", referindo-se ao jovem de 27 anos;

 

   8º. Além da comunicação social internacional, também a portuguesa está interessada na participação nacional como há muitos anos não estava ou, provavelmente, como nunca esteve. Todos os dias há novas notícias sobre tudo o que envolve o país na Eurovisão;

 

   9º. Se as pesquisas no motor de busca "Google" contassem, a canção portuguesa arrecadaria, pelo menos, o 5º. lugar;

 

   10º. Mesmo com Luísa Sobral, irmã de Salvador, a assumir os dois primeiro ensaios, Portugal subiu posições nas casas de apostas e encurtou a distância para a Itália, que está em primeiro lugar;

 

   11º. Na "red carpet", Salvador Sobral foi o penúltimo a desfilar. Segundo o ditado: " Os últimos são os primeiros".

 

   12º. O penteado do cantor e músico é igual ao de Éder. O jogador marcou o golo que deu a vitória à seleção portuguesa no Europeu de futebol em 2016.

 

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   13º. Pela primeira vez, desde 1964, os portugueses acreditam que o país pode ganhar o Festival Eurovisão da Canção. Também, em muitos anos, sentem orgulho no representante e na música escolhida. Quando nos unimos, juntamos e mostramos que temos orgulho em ser aquilo que somos, ninguém nos bate.

 

   

   Portugal sobe ao palco hoje, depois das 20h00, para tentar apurar-se para a final do próximo sábado.

   A RTP1 vai transmitir o certame em direto nos dois dias.

 

Artigos relacionados:

"Milagre de 13 de maio";

"A concorrência de Salvador";

"Final Inteligente".

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 Atualização: (09-05-2017 às 13H13)

Milagre de 13 de maio

   

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   Há qualquer coisa de especial no Festival da Eurovisão deste ano. Não sei se vamos vencer mas a verdade é que, desde o ano em que a Vânia Fernandes nos representou, que não sentia tanta esperança num excelente resultado do nosso país.

 

   Eu acredito num novo milagre a 13 de maio, mas desta vez do Salvador. Não será uma aparição, mas não ficará muito longe. A música, pelo menos, é mágica!

 

   A RTP decidiu fazer uma pausa na Eurovisão. Essa pausa teve o efeito esperado dos anos sabáticos dos jovens adultos, que estão prestes a ingressar no ensino superior. A RTP pensou e repensou o formato apresentado ao público, desafiou grandes intérpretes e grandes compositores e o resultado foi melhor do que o esperado, tanto pelo público como pelos próprios responsáveis da RTP. Sim, porque duvido que alguém acreditasse que o Festival da Canção tivesse este impacto no público português, há muito desligado destas andanças.

 

   Vamos a Kiev com uma canção extraordinária. Uma canção que me deixou apreensiva, por achar que não se encaixava neste novo formato da Eurovisão: cheio de espetáculo, luzes, cores, milhões de pessoas e a esperança de se ouvirem novos grandes hits. Todos sabemos que “Amar pelos dois” não é um grande hit, é antes uma grande canção e, por isso mesmo, tem todo o mérito por ter chegado até aqui.

 

   Pessoalmente, não suporto a voz da Luísa Sobral e acho-a extremamente irritante. Talvez isso me tenha afastado da música desde o início. Não torci para que ganhasse, mas fiquei feliz por ver o envolvimento dos portugueses na votação e no apoio à música.

 

   O Festival da Eurovisão renasceu em 2017 no nosso país e isso é bom. Principalmente para quem sonha um dia assistir a este grande espetáculo, no Meo Arena (Eu!). Comecei o texto a dizer-vos que sinto que “há qualquer coisa de especial” na edição deste ano. Eu sinto que tudo se está a conjugar para uma grande vitória do nosso país. E querem saber porquê? Portugal nunca consegue grandes vitórias sem grandes tristezas. Vejamos o exemplo da conquista do Europeu de futebol, no ano passado, com Cristiano Ronaldo a sair lesionado, na final que sempre quis jogar e vencer. Tivemos de roer demasiadas unhas para chegarmos até ali e acreditar, muito, que mesmo sem Ronaldo iríamos conseguir. Temos sempre heróis improváveis nas nossas grandes vitórias, vejam o caso do Éder, um jogador que passou, e passa, despercebido no futebol, mas que foi o grande herói da Seleção Nacional em França.

 

 

   Salvador Sobral é o nosso Éder e o nosso Ronaldo. Vai lesionado, é um outsider, mas leva consigo uma grande “equipa” (entenda-se MÚSICA). Vamos ganhar? Não sei… somos demasiado pequenos. Mas se sairmos derrotados, sabemos que, pelo menos, fomos com tudo para vencer.

 

   Artigos relacionados: A concorrência de Salvador ; Final Inteligente.

   

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A concorrência de Salvador

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Os apostadores colocam a música de Salvador Sobral como a quinta candidata com maior hipótese de vencer em Kiev.

 

 

   Desde que venceu o Festival da Canção da RTP, Salvador Sobral é notícia, quase todos os dias, nos jornais nacionais. Além disso, encheu salas em concertos, colocou o seu disco nos "top´s" e internacionalmente também não passou despercebido. Caiu em graça e não deixa de ser engraçado. 

 

   A verdade é que, nas casas de apostas, Salvador está em quinto lugar como favorito à vitoria. Nas chamadas "odds" ou "probabilidades", o concorrente português já foi quarto classificado. 

 

   "Amar pelos dois" foi a escolha dos portugueses para representar o país no Festival Eurovisão da Canção.

 

   Na frente da corrida ao primeiro lugar do pódio está a Itália. Francesco Gabbani é o grande candidato à vitória, na opinião dos apostadores, reunindo também a preferência nos sites dedicados ao certame.

 

   Logo a seguir ao transalpino está Kristian Kostov, da Bulgária. Em terceiro lugar está a Suécia, representada por Robin Bengtsson e, em quarto lugar, está Blanche, pela Bélgica.

 

   Apesar das boas graças para a final de 13 de maio, Portugal tem ainda de se apurar na 1ª. semi-final que está marcada para dia 9 do mesmo mês. 

 

   Conhece as músicas que estão na frente de "Amar pelos dois", segundo os apostadores:

 

Itália:

 Bulgária:

 Suécia:

Bélgica:

 Portugal:

 

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"Just Duet - O Dueto Perfeito" é a nova aposta da SIC

 

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    A SIC já avançou com as promoções de inscrição do novo programa de música.

 

    "Just Duet - O Dueto Perfeito" consiste em juntar concorrentes e grandes nomes da música nacional em duetos. 

 

   Os candidatos devem ser maiores de 16 anos e podem inscrever-se por SMS (68327) ou por email (vídeo para duetos@sic.pt).

 

   João Manzarra é o apresentador escolhido para o formato que está a cargo da produtora Fremantlemedia, detentora de programas como "Ídolos" ou "Factor X".

 

   A data de estreia ainda não conhecida.

 

   As televisões estão a apostar forte em formatos musicais em 2017. A TVI está a preparar o regresso da "Operação Triunfo" e a RTP1 já anunciou o regresso do "The Voice Portugal" e a estreia de "À Capella".

 

 

 

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"The Voice Portugal" domina "Festival da Canção"

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   A RTP revelou, hoje, a lista de concorrentes da segunda-semi final do "Festival da Canção 2017".

 

   

   David Gomes, Beatriz Felício e Pedro Gonçalves engrossam a lista de antigos concorrentes do "The Voice Portugal", na corrida por um lugar no "Festival Eurovisão da Canção".

 

    A grande surpresa desta revelação é o regresso de Lena D´Água. A cantora não é uma estreante nestas andanças. Fez parte do coro dos Gemini, em 1978, e representou Portugal no "Festival da OTI", em 2000.

 

   Segue-se a lista de concorrentes e respetivos compositores desta eliminatória:

 

   Canção n.º1: David Gomes (Compositor Tóli César Machado)
   Canção n.º2: Lena D'Água (Compositor Pedro Silva Martins)
   Canção n.º3: Beatriz Felício (Compositor Jorge Fernando)
   Canção n.º4: Pedro Gonçalves (Compositor João Pedro Coimbra)
   Canção n.º5:  Helena Kendall (Compositor João Só)
   Canção n.º6: Celina da Piedade (Compositora Celina da Piedade)
   Canção n.º7: Jorge Benvinda (Compositor Nuno Figueiredo)
   Canção n.º8: Elisa Rodrigues (Compositor Noiserv)
 
   A segunda semi-final do "Festival da Canção 2017" decorre no dia 26 de fevereiro.
 

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Fernando Daniel em exclusivo: "Gostava de ser o primeiro português a sair de um concurso para o mundo!"

   

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   Fernando Daniel é o concorrente do "The Voice Portugal", da RTP1, de quem mais se fala atualmente.

 

   O jovem de 20 anos tem a participação mais vista da 4ª. edição no canal do programa no Youtube. O El Mundo, jornal espanhol, escreveu um artigo sobre a sua atuação, James Arthur, vencedor do "X Factor" inglês, quis segui-lo no Instagram e até num programa de uma rádio de Los Angeles, do Estados Unidos da América, foi comentada a sua participação.

 

   O concorrente falou, em exclusivo, ao "A Caixa que já foi Mágica":

 

   ACQJFM.: Bastaram cerca de três segundos para dois mentores pressionarem o botão.  O que é que se sente quando se viram as cadeiras?

 


   Fernando Daniel.: É um despertar de uma grande emoção. Não se consegue explicar bem, só mesmo sentindo. É inexplicável!

 

 

   ACQJFM.: Porquê a escolha de Mickael Carreira para mentor? Era uma opção que já tinhas em mente?

 


   F.D.: Não. Antes de entrar disse que escolheria aquele/a que vibrasse mais comigo e notei isso na Mariza e no Mickael. O Mickael acabou por conseguir ir ao encontro daquilo que eu queria ouvir.

 

 

   ACQJFM.: Existem diferenças entre o Fernando que participou no Factor X e o Fernando que participa no The Voice Portugal? 

 


   F.D.: Sim. Existe um Fernando mais maduro, mais forte e mais centrado no seu sonho.

 

 

   ACQJFM.: O James Arthur quis seguir-te no Instagram e numa página de fãs e o El Mundo desfez-se em elogios num artigo. Esperavas causar tanto impacto? O que é que isso significa para ti?

 


    F.D.: É uma grande emoção. Fiquei muito orgulhoso de mim. O artigo que o El Mundo escreveu vai ao encontro daquilo que eu quero um dia.

 

 

 ACQJFM.:Quais são as tuas maiores inspirações na música atualmente? 

 


   F.D.: Tenho vários artistas em quem me inspiro. James Arthur, James Bay, James Morrison, Shawn Mendes, John Mayer, Diogo Piçarra ou Bryan Adams, são alguns deles.

 

 

   ACQJFM.: Seja qual for o resultado da tua participação no The Voice, o que é que pretendes fazer na música depois do final do programa?

 


   F.D.: Depois do programa quero iniciar uma carreira na música. Uma carreira a sério. Quero gravar um álbum, lançar um single, fazer uma digressão pelo país e fora dele, se fosse possível. Quero ser um artista completo.

 

 

   ACQJFM.: Portugal é o limite?

 


   F.D.: Temos um grande país para explorar e muitas pessoas a quem chegar, mas tenciono mostrar ao Mundo o que quero. Gostava de ser o primeiro português a "sair" de um concurso musical para o Mundo!

 

 


   Vê ou revê a atuação de Fernando Daniel:

 

 

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