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A caixa que já foi mágica

Blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Júlia Pinheiro lidera na estreia de forma absoluta

Fotografia.: impala.pt

 

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"Júlia" estreou segunda-feira, nas tarde da SIC, e conseguiu vencer a concorrência nas audiências. O formato conduzido por Júlia Pinheiro liderou do início ao fim.

 

Tony Carreira foi o primeiro convidado da apresentadora que se estreou no horário vespertino da estação. Esta segunda-feira, 8 de setembro, a antiga cara do "Queridas Manhãs" voltou ao horário no qual liderou durante vários anos quando ainda estava na TVI.

 

Com cerca de uma hora e meia de duração, o formato registou 4.1% de audiência média e 22.6% de quota de mercado. O novo programa quase dobrou a audiência obtida pela repetição de "Coração D´Ouro" que estava no seu lugar e que registava uma média de cerca de 10% de quota de mercado.

 

Júlia Pinheiro já reagiu e disse estar muito contente com o resultado obtido pela estreia. "Audiência estrondosa. Liderança absoluta durante toda a emissão. Estou muito feliz. Muito obrigada", escreveu a apresentadora no seu perfil de Instagram.

 

No mesmo dia, a repetição de "Gabriela" não foi tão feliz, apesar de ter subido os números do extinto "Dr. Saúde". Às 18H00 registou 2.8% de audiência média e 12.3% de quota de mercado, ficando à frente da RTP1.

 

A mesma sorte de Júlia teve Manuela Moura Guedes. O seu regresso marcado pela rubrica "A Procuradora" liderou no horário em que foi emitida. Ainda assim, o "Jornal da Noite" não conseguiu levar a melhor sobre o "Jornal das 8", da TVI.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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"A Herdeira" despede-se na liderança das audiências. Substituta estreia este domingo

Fotografia: Plural Entertainment

 

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A novela da TVI, "A Herdeira", despediu-se dos portugueses este sábado à noite. A história de Maria João Mira liderou as audiências em Portugal no seu último capítulo. A sua substituta estreia este domingo.

 

 

A trama protagonizada por Kelly Bailey e Lourenço Ortigão chegou ao final no topo da preferência dos portugueses, mas sem conseguir superar a sua melhor audiência.

 

Um milhão e 280 mil espectadores, em média, foram os números registados pela despedida da história centrada nas comunidades ciganas. Estes valores convertem-se em 13,2% de audiência média e 32,2% de quota de mercado. 

 

Depois de um ano e cinco dias no ar, "A Herdeira" deixou os ecrãs no primeiro lugar das audiências de sábado, depois de liderar também na grande maioria dos dias em que foi emitida. 

 

Recorde-se que, na estreia, a história de Luz garantiu para a TVI uma média de um milhão e 656 mil espectadores.

 

"Valor da Vida" estreia este domingo

 

Fotografia: zapping-tv.pt

 

A substituta de "A Herdeira" tem estreia marcada para hoje (30/09). "Valor da Vida" é escrita por Maria João Costa, autora de "Ouro Verde" nomeada agora para um Emmy Internacional.

 

Protagonizada por Rúben Gomes e Ana Sofia Martins, a novela conta a história de Artur e Carolina, que não se conhecem, e despertam no mesmo dia de estados alterados de consciência que os deixaram alheados da vida durante muitos anos. Os dois sentem-se deslocados do mundo em que acordam. As pessoas à sua volta são as mesmas, mas para eles tudo mudou.

 

Do elenco fazem parte vários atores que já foram estrelas da gigante Rede Globo. Marcello Antony, Thiago Rodrigues, Carolina Kasting e Adriano Toloza juntam-se a, por exemplo, Dalila Carmo e Joaquim Horta.

 

A estreia estreia acontece depois do "Jornal das 8". "Pesadelo na Cozinha" foi adiado por uma semana.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

 

 

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CMTV produz novela portuguesa

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O canal do grupo Cofina vai produzir uma novela portuguesa, ainda este ano, segunda avança a revista TV Mais desta semana.

 

   A publicação garante que a CMTV vai ter na sua grelha uma produção portuguesa inédita. 

 

   A TV Mais avança que o nome da novela já está escolhido e será "Pecados Capitais". A produtora, segunda afirma a mesma fonte, é a SP Televisão, responsável pelas novelas da SIC e por alguma da ficção nacional da RTP.

 

   António Barreira deverá ser o autor e já terá alguns episódios escritos escritos. O argumentista é responsável por algumas produções da TVI como "Meu Amor", "A Impostora", "Remédio Santo" ou "O Beijo do Escorpião".

 

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"Tiago, muda lá para a SIC"

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A nova grelha de programação da SIC foi apresentada, esta tarde, em Lisboa. Cristina Ferreira, a nova estrela da estação, surpreendeu os presentes no Teatro Capitólio com um vídeo de apresentação.

 

 

   O canal de Carnaxide lançou a sua nova grelha ao final da tarde desta segunda-feira. Além de todas as novidades, o momento mais esperado foi a aparição de Cristina Ferreira. Apesar de não estar presente pessoalmente, a apresentadora surgiu em vídeo a reforçar que a SIC é a sua casa. No final desse vídeo brincou, ao chamar o filho Tiago e pedindo-lhe para mudar de canal.

 

   Apesar de todas as atenções estarem viradas para antiga estrela da TVI, a estação anunciou as suas apostas para a nova temporada.

 

   Júlia Pinheiro vai apresentar um novo programa nas tardes. "Júlia", assim se chama o formato, chega em outubro e a apresentadora revelou que tem ""uma cadeira mágica, na qual todas as pessoas são extraordinárias.", disse.

 

  Diana Chaves também está confirmada como o rosto principal do "Casados à primeira vista". A "experiência social" tem estreia marcada para o final de setembro.

 

    O "Fama Show" tem nova apresentadora. Jani Gabriel está de regresso depois de ter sido a "Reportér V" no "The Voice Portugal".

 

   Quanto a novelas, "Alma e Coração" é a grande aposta do canal na ficção nacional. A história é protagonizada por Cláudia Vieira, Soraia Chaves e Afonso Pimentel. 

 

   Além de todas as novidades, a SIC relembrou a continuação da pareceria com a TV Globo e anunciou o regresso do remake de "Gabriela", em outubro. Além dessa ligação, o canal fez saber que mantém os direitos de transmissão da Liga Europa.

 

   Uma das maiores surpresas, ainda que só por uma vez, é o regresso do "Levanta-te e Ri". O programa foi a opção escolhida para comemorar o aniversário do canal e tem transmissão marcada para 7 de outubro.

 

   Na informação, "Vidas Suspensas", de Sofia Pinto Coelho e Ribeiro Cristóvão, regressa com nova temporada. Conceição Lino e Pedro Coelho também estão de volta com jornalismo de investigação.

 

   Por esclarecer ficou a data de estreia de Cristina Ferreira na SIC.

 

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"O Outro Lado do Paraíso" já tem substituta na SIC

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"Segundo Sol" é novela da Globo escolhida pela SIC para os finais de noite já a partir de setembro.

 

 

   O sucesso brasileiro "O Outro Lado do Paraíso" está prestes a terminar em Portugal, mas já existe substituta. "Segundo Sol" é a mais recente novela da TV Globo, da autoria de João Emanuel Carneiro, conhecido por sucessos como "Avenida Brasil", "Cobras e Lagartos" ou "Da Cor do Pecado". 

 

   A novela, protagonizada por Giovanna Antonelli, Deborah Secco, Adriana Esteves e Emilio Dantas conta a história de Beto (Emilio Dantas) que se tornou famoso como cantor. Para ajudar a pagar parte das dívidas da família e depois de uma gestão desastrosa da sua carreira, o cantor aceita dar um novo espetáculo. 

O problema é que o avião em que Beto viaja cai e este é dado como morto. O cantor sobrevieu, mas depois de o Brasil ficar comovido com sua a morte, o irmão Remy e a namorada Karola (Deborah Secco) convencem-no a não se revelar e a passar um tempo na ilha de Boiporã. Com esta estratégia, conseguem tempo para ganhar dinheiro com a situação e recuperar a casa da família. É nesse momento que o jovem conhece Luzia (Giovanna Antonelli).

Os dois apaixonam-se e fazem planos de casamento, sem que ela saiba a verdadeira identidade do cantor. Depois de descobrirem as intenções de Beto, Karola e Laureta (Adriana Esteves) juntam-se e conseguem separar o casal. 

 

   Apesar de ser um sucesso no país irmão, "Segundo Sol" regista, até ao momento, menor audiência que a sua antecessora "O Outro Lado do Paraíso".

 

   A estreia está marcada para 3 de setembro, segunda-feira, ao final da noite.

 

   Veja o trailer.: 

 

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Quando o melhor da SIC continua a vir da Globo

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   Durante anos a SIC alicerçou a sua programação em produtos oriundos da TV Globo. Graças às novelas vindas do Brasil, conseguiu tornar-se no canal português mais visto e garantir audiências que seriam impensáveis nos dias de hoje. 

 

   Os tempos mudaram e o canal de Carnaxide optou, e bem, por procurar um caminho diferente. Apostou na produção nacional e fez o seu caminho até obter qualidade suficiente para conseguir liderar.

 

   Ao longo dos anos as novelas brasileiras foram perdendo espaço na grelha de programação da SIC, mesmo que num passado recente, por exemplo, "Avenida Brasil" ou "Amor à Vida" tenham conseguido liderar sobre a forte concorrência da TVI. Além do espaço que perderam, foram muitas vezes desprezadas. Hoje em dia, só há uma produção da Globo no ar, sendo ela emitida já bem perto da meia-noite.

 

   É verdade que até a gigante cadeia de televisão brasileira sofre as suas crises, mas "O Outro Lado do Paraíso" é o maior sucesso dos últimos anos cá e lá.

 

   A base da história é uma vingança, fio condutor já utilizado em inúmeras produções, a diferença é a forma cuidada e extraordinariamente bem conseguida de como foi introduzida. Aliado a isso, junta-se ainda a forma exemplar e cativante de como se desenrolam todos os núcleos da novela. 

 

   "O Outro Lado do Paraíso" é, durante a semana, o único programa da SIC capaz de vencer a concorrência de forma sistemática  e é ainda o programa que melhor quota de mercado garante para a estação.

 

   Todos os bons resultados conseguidos por uma produção brasileira são mérito próprio. Há muito tempo que a estreia de uma história vinda do país irmão chega sem poupa nem circunstância, com fraca promoção e em horário tardio.

 

   Não tenho dúvidas de que a vingança protagonizada por Clara (Bianca Bin) é a melhor novela a passar em Portugal atualmente. A SIC deve seguir o seu caminho, só não deve renegar aquilo que ainda lhe dá alegrias.

 

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Tardes low-cost

Créditos: NiT

 

   

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   A SIC alterou a programação das tardes no final de fevereiro. Os fracos resultados obtidos pelo "Juntos à Tarde" atiraram João Baião e Rita Ferro Rodrigues para a prateleira. 

 

   Com um orçamento cada vez mais apertado, o canal decidiu ocupar o horário vespertino com a repetição de duas novelas portuguesas a que se juntou a estreia de "Dr. Saúde". 

 

   Várias notícias dão conta de que o programa que findou não foi além dos cerca de 10,5% de share no total da sua exibição. Este número, numa linguagem minimalista e fácil de entender, quer dizer que, naquele horário, um em cada dez espectadores que tinham a televisão ligada assistiam ao formato do canal de Carnaxide. 

 

   Fiz as contas, e aviso já que não sou uma grande matemático, na semana de 5 a 9 de março, a reposição de "Sol de Inverno" juntamente com o programa sobre saúde, alcançaram cerca de 11,7% de share. É uma subida, pouco significativa, mas uma subida. Na SIC, conseguiram o que queriam. Ocupar a maior parte do horário da tarde com uma novela que já está paga, ou seja, a re-exibição fica a custa zero, e ter um programa que possa fazer subir o horário das 18H00 e assim alavancar os números do "Linha Aberta". 

 

   Ganha a SIC e perde o espectador. É estranho que um canal que quer ser líder de audiências baseie a sua programação das tardes de semana em repetições. O que dá a entender é apenas isto: os valores até podem não subir, o que interessa é poupar. Além disso, esta linha de programação afasta-se, ainda mais, do público mais jovem e do público mais apetecível para os anunciantes.

 

   Isto não retira mérito a "Dr. Saúde". Aquilo que ali se faz é serviço público. Pedro Lopes é médico, mas é também um comunicador muito competente. O programa terá um caminho árduo no que toca a audiências e pode não aguentar o tempo necessário para se cimentar e subir os resultados. Ainda assim, é um bom esforço e diferenciador daquilo que oferece a concorrência.

 

   A tardes da SIC, nos moldes em que agora estão, com certeza que são para durar. A estação até pode não ganhar, mas o que interessa é não perder muito (dinheiro).

 

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A sina de Baião

 

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   É esta semana que João Baião deixa o ecrã da SIC por tempo indeterminado. O canal decidiu terminar com o "Juntos à Tarde" que, nas audiências, oscila entre o segundo e o terceiro lugar no horário vespertino. 

 

   O apresentador mudou-se para a estação de Carnaxide em 2014 depois de vários anos na RTP. Estreou-se com o "Sabadabadão", ao lado de Júlia Pinheiro, sem sucesso. Foi depois colocado nas tardes de semana onde permanceu até agora. Primeiro com o "Grande Tarde" e depois com o "Juntos à Tarde". Fez ainda um papel cómico na novela "Mar Salgado" e apresentou o "Portugal em Festa", aos domingos. Em pouco menos de quatro anos, a SIC percebeu que Baião não é o salvador que, erradamente, achara que era. 

 

   João é único na televisão portuguesa e um dos melhores da sua geração. Bom comunicador, bom ator, um entertainer nato, uma energia inesgotável, um ótimo sentido de humor e uma genuinidade tocante. Está lá tudo e a partir de sexta-feira (23-02-2018) já não vai estar nada.

 

   A falta de sucesso dos programas em que esteve presente não se deve a si. Deve-se às escolhas que a SIC fez. Ninguém é capaz de elevar audiências repetindo a mesma fórmula da concorrência com igual ou menor qualidade. O "Somos Portugal" lidera a maioria das tardes de domingo, na TVI. O "Portugal em Festa" chegou depois e era exatamente igual. O "Grande Tarde" nunca foi diferenciador e o "Juntos à Tarde" utilizou a maioria das rubricas de sucesso do líder "A Tarde É Sua". O "Sabadabadão", por sua vez, prometia o regresso do grande entretenimento às noites de sábado do canal, o problema é que não passava de uma manta de retalhos de outros formatos.

 

   Falta analisar o final do ano de 2017 em que a estação de Pinto Balsemão emitiu "A Volta Ao Mundo Em 80 Minutos". O espetáculo de Filipe La Féria tinha o ator e apresentador como protagonista. A transmissão, verdadeiramente diferenciadora, deu à SIC a melhor passagem de ano desde 2014. Dá que pensar!

 

   Uma estação de televisão que luta para ser líder de audiências, mas que está longe disso, e que coloca João Baião na prateleira só pode estar a ser muito mal gerida e pensada.

 

   Dêem-lhe um bom programa de entretenimento ou uma sitcom ao estilo da "Revista à Portuguesa" e vejam o resultados a aparecer. 

 

     Que a triste sina de João Baião, na televisão, mude rapidamente.

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"Paixão" VS "A Herdeira"

   

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   A SIC e TVI lançaram as suas principais apostas na área da ficção. Nas audiências, nestas primeiras semanas, "A Herdeira" não deu hipótese a "Paixão".

 

   A novela do canal de Queluz é líder incontestável de audiências, relegando a trama da estação de Carnaxide para um segundo plano bem longínquo.

 

   A verdade é que o fio condutor da história da TVI é bem mais denso e muito menos banal. É verdade também que já tudo, ou quase tudo, foi feito em televisão. O que existe é a possibilidade de alterar ou contar de outra forma. Foi o que fez Maria João Mira, a autora. Há quanto tempo a comunidade cigana não era retratada na ficção portuguesa?

 

   Claro que a ideia não é nova. "Explode Coração, emitida pela SIC, foi uma dos maiores sucessos de todos os tempos em Portugal. A novela da TV Globo contava a história de Dara, uma cigana, que se apaixonou por um homem que não pertencia à sua etnia.

 

   Aliado a esta "falsa" novidade, está um primeiro episódio explosivo, embora com algumas falhas. Destaque ainda para aquele que é um dos melhores genéricos realizados em Portugal nos últimos anos.

 

 

 

   Do outro lado temos "Paixão", com um banalíssimo fio condutor: um homem, injustamente preso, regressa anos depois com sede de vingança e encontra o amor da sua vida com outro homem. Mais tarde, descobre também que tem uma filha dessa mulher que ainda ama. Pelo contrário, ela odeia-o por achar que ele matou o seu pai.

 

   Ao contrário da novela da TVI, o primeiro episódio foi bem mais fraco. O momento mais empolgante foi, talvez, o pai da protagonista a cair de uma varanda e todo o drama que se fez à volta dessa situação. Contrastando, e muito, com uma cena de tiroteio numa festa, no México, em "A Herdeira".

 

   As contas são fáceis de fazer. No confronto direto, "A Herdeira" venceu sempre "Paixão". A trama da TVI conta, habitualmente, com mais de cerca de 200 a 300 mil espetadores que a novela da SIC.

 

   Daqui para a frente, muito dificilmente haverá uma inversão de resultados. Resta ao terceiro canal acertar na mouche na substituta e sobretudo esperar que a estação de Queluz de Baixo falhe na próxima escolha.

 

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As novidades da SIC

 

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    A SIC já lançou os dados e está preparada para a nova temporada.

 

    Uma novela, dois regressos, um final e uma estreia absoluta é aquilo que pode esperar já este mês.

 

    Conheça as apostas da SIC:

 

 

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   O programa regressa para uma segunda temporada e traz também de volta Conceição Lino. A jornalista é a autora do formato que "testa a capacidade de intervenção dos portugueses na defesa do outro, a partir de situações ficcionadas". Recorde-se que a primeira temporada foi um sucesso.

 

 

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   Os bons resultados da "Atualidade Criminal", nas manhãs da estação, deram a Hernâni Carvalho um novo programa às 19H00. A atualidade criminal e outras questões vão ter espaço de antena num horário em que a SIC está cada vez mais longe da liderança.

 

 

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   Esta é a nova novela da SIC que vai substituir "Amor Maior". Protagonizada por Margarida Vila-Nova, Albano Jerónimo, Joana Solnado e Marco Delgado, "Paixão" conta a história de um homem determinado a lutar pela justiça e determinado a recuperar dez anos de vida. É uma novela de homens e mulheres que vão ao limite para conseguirem aquilo em que acreditam.

 

 

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    O "Vale Tudo" regressa também à estação de Carnaxide com algumas caras novas e numa versão já gravada.

   Cecília Henriques, Cleia Almeida, Salvador Martinha e Dânia Neto, juntam-se aos veteranos Rui Unas e César Mourão, os capitães de equipa.

   O "Cenário Inclinado" é a "prova rainha" do formato e João Manzarra mantém-se como apresentador.

 

   

   As manhãs da SIC também se vão alterar. "A Vida Nas Cartas" termina já a 8 de setembro. A solução encontrada para substituir o programa de tarot foi esticar o "Queridas Manhãs". O fomarto apresentado por Júlia Pinheiro e João Paulo Rodrigues passa a ter início às 09H00.

 

 

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