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A caixa que já foi mágica

Blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Cristina Ferreira dá liderança à SIC

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A apresentadora esteve, esta segunda-feira, em entrevista ao "Jornal da Noite", da SIC. Às 21h35, a conversa com Rodrigo Guedes de Carvalho chegou aos 17,8% de audiência e 35,3% de quota de mercado.

 

 

   Cristina Ferreira protagonizou a transferência televisiva do ano e esteve, pela primeira vez, no canal de Carnaxide. No noticiário da estação, a antiga parceira de Manuel Luís Goucha fez vários esclarecimentos sobre a sua mudança.

 

   A estreia da apresentadora foi acompanhada por uma média de 15,7% de rating e 31,6% de quota de mercado, números que se convertem em  1 milhão e 523 mil espectadores em média.

 

   No mesmo horário, a TVI registou marcou 10,4% de audiência e 20,8% de share. Por sua vez, a RTP1 não foi além dos 12.1% de share.

 

 

   Na entrevista, a natural da Malveira revelou que aceitou o convite de Daniel Oliveira "na primeira reunião" e que o novo Diretor Geral de Entretenimento foi o grande impulsionador da sua transferência. Revelou ainda que "contar ao Manuel [da saída para a SIC] foi dos dias mais difíceis", afirmou.

 

   Relativamente ao ordenado que vai auferir na SIC, Cristina não falou em valores mas garantiu que não aceitou o convite por dinheiro. Referiu que quando tomou a decisão "ainda não sabia quanto ia ganhar. Sei que é muito difícil de acreditar. Não aceitei este convite por dinheiro, aliás não faz muita diferença daquilo que ganhava na TVI. Aceitei este convite pelo projeto.", acrescentado ainda que quando começou na televisão ganhava "500 euros por mês" e que teve de "trabalhar muito para passar os 2000 euros", confessou.

 

   A data do seu regresso à televisão não foi revelada. Contudo, várias notícias dão conta que só deverá acontecer no início do próximo ano.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

 

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RTP aposta na continuidade

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A nova grelha de programação da RTP1 foi apresentada, esta quinta-feira (15/09), em Lisboa. Ficção nacional, desporto, informação e entretenimento são as grandes apostas do canal do estado.

 

 

   O Lisbon Art Center & Studios foi o local escolhido pela a estação pública para apresentar as suas propostas para os próximos meses. Sobre o tema "Criativisão", a RTP aposta, sobretudo, na continuidade.

 

    O "The Voice Portugal" regressa a 23 de setembro para mais uma temporada. O formato mantém apresentadores e mentores, mas promete ser a melhor de todas a edições.

 

   Também de regresso está o "Cosido à Mão". A partir de outubro, Sónia Araújo dá a conhecer os melhores aspirantes a costureiros do país. No mesmo mês, Herman José volta com o "Cá por Casa".

 

   Uma das grandes novidades no entretenimento chega pela mão de Sílvia Alberto. A apresentadora tem em mãos a estreia de "O Artesão", no qual serão reavivadas as artes e ofícios tradicionais.

 

   A ficção nacional mantém-se como uma aposta forte da estação. A série "Soldado Milhões" estreia em novembro, já "3 Mulheres" e "Teorias da Conspiração" chegam em dezembro. A estreia dos filmes portugueses "São Jorge", "Perdidos" e "100 Metros" acontece no último trimestre do ano.

 

   No desporto, a RTP1 vai transmitir a Liga das Nações, a Taça de Portugal e Futsal.

 

   "O Preço Certo" e o "5 Para a Meia-Noite" também continuam a fazer parte da grelha de programação.

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CMTV produz novela portuguesa

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O canal do grupo Cofina vai produzir uma novela portuguesa, ainda este ano, segunda avança a revista TV Mais desta semana.

 

   A publicação garante que a CMTV vai ter na sua grelha uma produção portuguesa inédita. 

 

   A TV Mais avança que o nome da novela já está escolhido e será "Pecados Capitais". A produtora, segunda afirma a mesma fonte, é a SP Televisão, responsável pelas novelas da SIC e por alguma da ficção nacional da RTP.

 

   António Barreira deverá ser o autor e já terá alguns episódios escritos escritos. O argumentista é responsável por algumas produções da TVI como "Meu Amor", "A Impostora", "Remédio Santo" ou "O Beijo do Escorpião".

 

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"Pesadelo na Cozinha" regressa na liderança

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A segunda temporada do programa de Ljubomir Stanisic estreou, este domingo, e liderou as audiências do dia.

 

   "Pesadelo na Cozinha" regressou às noites de domingo da TVI. Na emissão de estreia, a segunda temporada conseguiu ser o programa mais visto do dia.

 

   Em média, a primeira edição de 2018 foi seguida por 1 milhão e 408 mil os espectadores. Estes valores significam que o programa da estação de Queluz de Baixo registou 14,5% de audiência média e 32,1% de quota de mercado.

 

   Na SIC, também foi noite de regresso. César Mourão centrou o "Terra Nossa" na figura de Tony Carreira. O programa vice-liderou no horário nobre de domingo. O humorista garantiu uma média de 1 milhão e 145 mil espectadores, o que corresponde a 11,8% de audiência média e 24,5% de quota de mercado.

 

   No mesmo horário, com o concurso de Vasco Palmeirim, a RTP não foi além dos cerca de 400 mil espectadores. O "Joker" registou 4,1% de audiência média e 8,6% de share.

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Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

"The Voice Portugal", "Terra Nossa" e "Pesadelo na Cozinha" regressam em setembro

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SIC e TVI anunciaram recentemente o regresso dos seus programas. Já a RTP, ainda não anunciou a data de estreia do talent-show. Os programas das privadas chegam no mesmo dia.

 

   Os bons resultados obtidos pelos três formatos fizeram com que os canais generalistas voltassem a apostar neles. O "Terra Nossa" fez boa figura na época do Mundial de Futebol de 2018 e, na SIC, decidiram abrir o leque a várias figuras conhecidas do país, ligadas a várias áreas. Sabe-se que César Mourão vai visitar as origens, por exemplo, de Tony Carreira. A estreia está marcada para domingo, dia 9 de setembro.

 

   A TVI decidiu apostar na mesma data que a concorrente privada para fazer regressar Ljubomir Stanisic. A segunda temporada de "Pesadelo Na Cozinha" promete continuar a ajudar os donos de restaurantes a melhorar os seus negócios.

 

   Por sua vez, a RTP1 ainda não fez saber a data de estreia da sexta edição do "The Voice Portugal". Ainda assim, a maior probabilidade é que Catarina Furtado e Vasco Palmeirim regressem a 23 de setembro, duas semanas depois das estreias da concorrência. O programa vai manter os mentores, mudando apenas o cenário e a "Repórter V". Mafalda Castro ocupa assim o lugar deixado vago por Jani Gabriel.

Novo cenário - Conta de Instagram do ex-concorrente Fausto Vasconcellos

 

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Palmeirim sobe audiências da RTP

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A estreia do concurso "Joker", esta segunda-feira, registou uma audiência média que rondou os 600 mil espectadores.

 

   Vasco Palmeirim é novo senhor das noites do canal do Estado. A estreia de o "Joker", rendeu à RTP1 uma audiência média de 6,5% e 14,7% de quota de mercado. Estes valores significam que, em média, cerca de 629 mil espectadores seguiram o novo concurso de cultura geral.

 

   Os números não enganam e, nas anteriores segundas-feiras do mês de agosto, a estação pública conseguiu uma média de 4,4% de audiência média e 10,4% de share. O animador de rádio conseguiu, assim, subir os valores no horário das 21H00.

 

   Recorde-se que o "Joker" substituiu o "Brainstorm", apresentado por Pedro Fernandes.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

 

   OPINIÃO

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   A primeira impressão com que fiquei de o "Joker" é bastante positiva. Já o referi e continua a acreditar que Vasco Palmeirim será um dos grandes apresentadores de televisão em Portugal, num futuro próximo, basta assim o querer.

 

   Em comparação com o seu antecessor, Pedro Fernandes, o animador da Comercial leva vantagem. É mais dinâmico, mais emotivo e melhor comunicador.

 

   Quanto ao concurso em si, tem uma boa mecânica, mas que não se difere muito daquilo que já se viu no "Quem Quer Ser Milionário?", por exemplo. O cenário é bonito e bem conseguido. Também melhor do que o do "Brainstorm", que se tornava demasiado pesado por ser tão escuro.

 

   A única critica que faço é a inserção de uma voz-off feminina (Patrícia Figueiredo) que nada acrescenta ao programa. A mim causa-me estranheza, além de retirar alguma tensão necessária ao concurso. Vasco Palmeirim, com esta escolha, fica sem a parte fulcral de dizer ao concorrente se a sua resposta está ou não certa. Não faz sentido.

 

   No geral, a RTP fez uma boa aposta e talvez a subida de audiências no horário das 21H00, na estreia, não seja um caso isolado.

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Cristina bateu asas e a televisão tremeu

 

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   Até ao momento, só a TVI confirmou a saída de Cristina Ferreira, local onde trabalhou durante cerca de 16 anos. A sua transferência para a SIC ainda não foi confirmada pelo canal, nem pela apresentadora. Há muito fumo para não haver fogo e parece-me que a mudança vai mesmo acontecer.

 

   A sua transferência pode fazer com que 2018 seja um ano de viragem no panorama televisivo português. Esta mudança só tem comparação àquela que Herman José protagonizou em 2000, ao deixar a RTP pelo canal de Pinto Balsemão, ou a de Manuel Luís Goucha, que deixou a RTP e mudou-se para a TVI, em 2002.

 

   A jogada da SIC foi de mestre. Mesmo tendo de abrir os cordões à bolsa, o investimento terá, com certeza, retorno. A estação ainda não ganhou a batalha, mas acertou em cheio no porta aviões da concorrência.

 

   Cristina Ferreira conseguiu tudo aquilo que lhe propuseram. Venceu as manhãs, com o "Você na TV", venceu no acesso ao horário nobre, com o "Apanha Se Puderes", e venceu com qualquer programa noturno que tenha apresentado, como o "Dança com as Estrelas" ou o "A Tua Cara Não Me É Estranha". Foi o rosto mais visível e importante da estação de Queluz de Baixo. Além disso, não há nenhuma figura televisiva em Portugal que tenha tanto sucesso e em tantas frentes como a natural da Malveira. O seu nome é uma marca e vende, vende muito.

 

   Neste negócio, é a SIC quem mais fica a ganhar. Cristina pode sofrer uma rejeição de algum do seu público. Essa rejeição pode durar muito ou pouco tempo. Júlia Pinheiro, por exemplo, ainda não recuperou o sucesso que tinha no quarto canal passados sete anos.

Já as audiências que conquistou na casa que agora deixa, pode não as conquistar no futuro. Ainda assim, nada será demasidamente negro.

 

   Por sua ver, a estação agora liderada por Daniel Oliveira só tem a ganhar. Os resultados vão, com certeza, subir. Além disso, a TVI já não terá a mesma força que tinha em todos os horários onde Cristina Ferreira marcava presença (manhãs, tardes e noites de domingo).

 

   Ao canal da Media Capital resta seguir em frente, alavancar as caras que já tem e trazer alguma novidade que deverá chegar da RTP. Quanto à SIC, precisa de ser inteligente na escolhas que vai fazer para a sua nova coqueluche. 

 

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Palmeirim regressa à televisão com "Joker"

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O conhecido animador de rádio regressa à RTP1, já este mês, com um concurso de cultura geral.

 

   Vasco Palmeirim, 50 mil euros, 12 perguntas e sete jokers. São estes os trunfos do canal do Estado para as noites de semana. 

 

   Depois de Pedro Fernandes e do "Brainstorm", o canal público renova a aposta nos concursos de cultura geral. Em o "Joker", um concorrente vai tentar responder a todas as perguntas e assim ganhar o prémio total em jogo. Para consegui-lo tem de responder, acertadamente, a 12 questões e pode contar com a ajuda de sete jokers, que permitem eliminar respostas erradas.

 

   A estreia do formato está marcada para dia 27 de agosto, segunda-feira, às 21H00.

 

   O apresentador vai, contudo, continuar a dar a cara pelo "The Voice Portugal" que regressa em setembro.

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Valeu a pena?

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   Este domingo a SIC dá por terminado o pacote de oito jogos do Mundial de futebol de 2018 adquiridos à RTP.

 

  O canal de Carnaxide não quis ficar à margem de um acontecimento a planetário, abriu os cordões à bolsa, e gastou, muito provavelmente, vários milhões.

 

   Terá valido a pena? Tenho muitas duvidas.

 

   Sem conhecer ainda as audiências do Espanha X Rússia, a contar para os oitavos-de-final da prova, a estação de Balsemão chegou à liderança em dois dias: na transmissão do Portugal X Marrocos e do Sérvia X Brasil. Qualquer uma das restantes transmissões não ajudaram a estação a liderar no total diário.

 

   Além disso, os informativos não melhoraram as habituais performances e a emissão dos resumos das partidas também não alteraram os habituais resultados nos vários horários em que foram para o ar. 

 

   A TVI, principal concorrente da SIC e habitual líder de audiências, não apostou no Mundial como as suas concorrentes generalistas e pouco ou nada perdeu com isso. Só não liderou nos dias em que a seleção portuguesa esteve em campo e no dia do Sérvia X Brasil.

 

   Na SIC, o sentimento deverá ser um misto entre o contentamento e a desilusão. As audiências cumpriram mas não surpreenderam. A partir de domingo a bola passa estar apenas do lado da RTP e da SPORTTV. 

 

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"Portugal X Espanha" é o programa mais visto desde 2016

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"Portugal X Espanha" é o programa mais visto desde 2016

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A estreia da seleção portuguesa no Mundial de futebol de 2018, frente à Espanha, foi acompanhado por uma média de 2,8 milhões de espectadores.

 

   A partida que colocou os dois países da Península Ibérica frente-a-frente rendeu à RTP1 uma audiência média de 28,9% e 68,2% de quota de mercado.

 

   O jogo emitido na sexta-feira (15/06), às 19H00, que acabou com um empate a três bolas entre as duas equipas foi o programa mais visto do ano e deu ao canal do Estado a liderança nas audiências nesse dia. Para se encontrar uma audiência superior é preciso recuar até dia 10 de julho de 2016, quando Portugal defrontou a França na final do "Euro 2016".

 

   Já em 2017, o programa mais visto foi "Portugal X Suíça", com 2,3 milhões de espectadores em média, num jogo a contar para a qualificação do Mundial que agora se joga. 

 

   A equipa das Quinas volta a entrar em campo na próxima quarta-feira para jogar com Marrocos. A partida tem início às 13H00 e é transmitida pela SIC.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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