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A caixa que já foi mágica

Blog de opinião sobre a televisão portuguesa

Vale Tudo

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   A SIC anunciou, durante a semana passada, que ia ter no "Alta Definição" Ljubomir Stanisic. Logo depois, a TVI anúnciou que na noite anterior à exibição da entrevista da concorrência, iria exibir um programa especial do "Conta-me Como És" também com o Chef de cozinha.

 

   A isto chama-se contraprogramação! O canal de Queluz de Baixo quis anular a ida de uma das suas recentes estrelas à sua maior concorrente e dar visibilidade ao programa de Fátima Lopes criado para fazer frente ao formato de Daniel Oliveira.

 

   O resultado não foi relevante, mas conseguiu parte da sua intenção. Na noite de sexta-feira, o "Conta-me Como És" conseguiu uma média de 1 milhão e 222 mil espectadores, não alterando os números habitualmente registados pela novela "A Herdeira". Já no sábado, o "Alta Definição " baixou os valores das semanas anteriores e viu o concorrente aproximar-se. O programa da SIC registou 661 200 espectadores, em média, enquanto o da TVI conseguiu cerca de 604 700 espectadores, com a entrevista a Alexandra Lencastre.

 

   Qualquer canal, desde que seja privado, tem uma maior liberdade para fazer aquilo que quiser com a sua grelha de programação e jogar os trunfos necessários para obter a liderança nas audiências.

 

   Contudo, esta não deixa de ser uma situação de "jogo sujo" e, para qualquer espectador mais desatento, fica a ideia de que foi a SIC a ir atrás da TVI.

 

   Obviamente que este não é caso único e que todas as estações, de uma forma ou de outra, já o fizeram. O que aqui se tratou foi de uma "jogada" menos bonita.

 

   Quanto aos formatos, o "Alta Definição" é melhor, sobretudo na edição e no conteúdo da entrevista. Não se trata de chamar o "Conta-me Como Foi" de imitação, porque o formato da SIC também não é inédito, mas Daniel Oliveira é melhor entrevistador que Fátima Lopes, assim como Fátima Lopes é melhor apresentadora de televisão do que Daniel Oliveira. 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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"Terra Nossa" sobe e ameaça Goucha

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Ao segundo episódio o programa da SIC subiu nas audiências e esteve na liderança das audiências durante vários momentos, na noite do passado domingo.

 

   O "Terra Nossa" conseguiu subir os resultados face à sua estreia. Na noite de ontem, o formato apresentado por César Mourão teve picos de liderança e terminou o dia em segundo lugar nas audiências. Os cerca de 1 milhão e 99 mil espectadores renderam à SIC uma quota de mercado de 22,7% e um rating de 11,3%.

 

   Apesar de ter perdido para a concorrência durante alguns períodos, o "Secret Story: O Reencontro" foi o programa mais visto de 3 de junho. Nos momentos iniciais em que teve a concorrência do "Terra Nossa", o spin-off da TVI registou 12,2% de audiência média e 24,4% quota de mercado. Querem estes valores dizer que Manuel Luís Goucha tinha fidelizados cerca de 1 milhão e 180 mil espectadores.

 

   Na RTP1, a estreia do filme "A Mãe é Que Sabe" não foi além dos cerca de 490 mil espectadores em média.

 

   O "Terra Nossa" está inserido na programação especial que a SIC preparou para acompanhar o "Mundial" de futebol de 2018. César Mourão percorreu várias localidades para conhecer as suas gentes e ouvir as suas histórias, com o objetivo de criar um espetáculo de stand-up comedy exclusivo em torno dos jogadores da seleção nacional.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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"Secret Story" despede-se na liderança das audiências

Foto: Inês Gomes Lourenço

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A derradeira gala que deu por terminada a sétima edição do reality-show da TVI foi acompanha, este domingo, por mais de um milhão e 460 mil espectadores.

 

 

   Tiago foi o escolhido pelos portugueses para vencer a primeira "Casa dos Segredos" apresentada por Manuel Luís Goucha. A grande final do formato conseguiu 15,1% de audiência média e 33,3% de quota de mercado, tornando-se no programa mais visto do dia.

 

   Ao todo, uma média de um milhão e 465 mil espectadores assistiram ao programa da TVI. 

 

   A edição deste ano conseguiu mais de cerca de 290 mil espectadores que a final de 2016, apresentada por Teresa Guilherme na passagem de ano.

 

   Na SIC, a estreia de "Terra Nossa" vice-liderou ao início da noite. A emissão do programa apresentado por César Mourão foi seguido por uma média de 975 mil espectadores. Este valor corresponde a 10,1 % de audiência média e 20,4% de quota de mercado.

 

   O "Secret Story" regressa, já esta terça-feira, com o subtítulo "Reencontro" que dá o mote ao regresso de várias caras conhecidas do formato à casa mais vigiada do país.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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Doze pontos sem cautela

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   É o único assunto sobre o qual me falta escrever acerca do "Festival Eurovisão da Canção 2018". Filomena Cautela, escolhida para apresentar o espetáculo, foi uma das grandes vencedoras desta edição pelos elogios que têm tido relativamente ao seu trabalho.

 

   Nunca conseguiu reunir a preferência da grande maioria dos espectadores. Irreverente, jovem e com um estilo muito próprio, a que nem todos estão habituados, foi sempre encarada com desconfiança e mais aceite pelo público com uma faixa etária, diria eu, abaixo dos 35 anos. Os programas pelos quais deu a cara também não a deixaram ir muito mais longe nesse campo.

 

   A própria afirmou, em entrevista à N-TV, que esta foi a primeira vez em que se tornou consensual.

 

   Não há ninguém na televisão, atualmente, que demonstre mais empenho e amor por aquilo que faz, seja na "Eurovisão" ou no "5 Para a meia-noite". A genuinidade, a boa preparação e a alegria, aliadas ao respeito por qualquer que seja o seu convidado, tornam-na especial.

 

   Se é elogiada nos dias de hoje, merece-o! É percetível o trabalho e o esforço que faz para se tornar cada dia melhor.

 

   Não tenho dúvidas de que Filomena Cautela já conquistou o seu espaço no panorama televisivo português. Também não tenho dúvidas de que se tornará numa das grandes glórias da RTP, isto se a SIC ou a TVI não a aliciarem com algo mais interessante.

 

   A cara do "5 Para a meia-noite" é a prova de que o talento não é nada se não existir muito trabalho e humildade. Parabéns!

 

 

 

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"Globos de Ouro" registam pior audiência de sempre

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A gala transmitida, este domingo, pela SIC foi vista por uma média de  678 mil espectadores.

 

 

   A "XXIII Gala dos Globos de Ouro", apresentada pela primeira vez por César Mourão, não foi capaz de se impor perante a concorrência. A gala do ano, como o canal de Carnaxide a intitula, só conseguiu vencer nos seus últimos 30 minutos de exibição, já para lá da meia-noite, altura em que José Cid recebia o globo de Mérito e Excelência. Até lá, a TVI liderou no horário nobre, seguida pela RTP. A SIC ficou em terceiro.

 

   Em números, a iniciativa do terceiro canal e da revista Caras, não foi além dos 7% de audiência média e dos 19,7% de quota de mercado. Recorde-se que em 2016, os 8,6 % de rating e os 26,5% de share já tinham sido um dos piores valores da história da cerimónia.

 

    Apesar de ter tido a gala menos vista, o "Secret Story 7" liderou o horário com 10,7% de audiência e 23,4% de quota de mercado, o que corresponde a 1 milhão e 39 mil espectadores, em média.

 

   A final do "Got Talent Portugal" vice-liderou no horário nobre de domingo. O formato de talentos apresentado por Sílvia Alberto e Pedro Fernandes conseguiu conquistar 806 mil espectadores, o que significa 8,3% de audiência média e 20,1% de share.

 

   Já durante a tarde a liderança não escapou à RTP1 que teve na "Taça de Portugal" o formato mais visto de 20 de maio.

 

   A derrota do Sporting CP frente ao Desportivo das Aves registou 18,1% de audiência média e 50% de quota de mercado. O feito inédito do clube de Vila das Aves foi seguido por uma média de 1 milhão e 789 mil espectadores.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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Quando o melhor da SIC continua a vir da Globo

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   Durante anos a SIC alicerçou a sua programação em produtos oriundos da TV Globo. Graças às novelas vindas do Brasil, conseguiu tornar-se no canal português mais visto e garantir audiências que seriam impensáveis nos dias de hoje. 

 

   Os tempos mudaram e o canal de Carnaxide optou, e bem, por procurar um caminho diferente. Apostou na produção nacional e fez o seu caminho até obter qualidade suficiente para conseguir liderar.

 

   Ao longo dos anos as novelas brasileiras foram perdendo espaço na grelha de programação da SIC, mesmo que num passado recente, por exemplo, "Avenida Brasil" ou "Amor à Vida" tenham conseguido liderar sobre a forte concorrência da TVI. Além do espaço que perderam, foram muitas vezes desprezadas. Hoje em dia, só há uma produção da Globo no ar, sendo ela emitida já bem perto da meia-noite.

 

   É verdade que até a gigante cadeia de televisão brasileira sofre as suas crises, mas "O Outro Lado do Paraíso" é o maior sucesso dos últimos anos cá e lá.

 

   A base da história é uma vingança, fio condutor já utilizado em inúmeras produções, a diferença é a forma cuidada e extraordinariamente bem conseguida de como foi introduzida. Aliado a isso, junta-se ainda a forma exemplar e cativante de como se desenrolam todos os núcleos da novela. 

 

   "O Outro Lado do Paraíso" é, durante a semana, o único programa da SIC capaz de vencer a concorrência de forma sistemática  e é ainda o programa que melhor quota de mercado garante para a estação.

 

   Todos os bons resultados conseguidos por uma produção brasileira são mérito próprio. Há muito tempo que a estreia de uma história vinda do país irmão chega sem poupa nem circunstância, com fraca promoção e em horário tardio.

 

   Não tenho dúvidas de que a vingança protagonizada por Clara (Bianca Bin) é a melhor novela a passar em Portugal atualmente. A SIC deve seguir o seu caminho, só não deve renegar aquilo que ainda lhe dá alegrias.

 

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Estreia de "Got Talent" rouba espectadores a Goucha e a Manzarra

Créditos.: Fremantle Portugal

 

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O "Got Talent Portugal" estreou este domingo, na RTP1, e conseguiu uma média de 900 mil espectadores. Já o "Secret Story 7" e o "Divertidamente" registaram os seus piores resultados desde a estreia.

 

 

   Embora não se tenha conseguido impor, o programa de talentos apresentado por Sílvia Alberto e Pedro Fernandes retirou espectadores à concorrência na noite de domingo. Com 9,3% de rating e 18,8% de quota de mercado, o "Got Talent Portugal" foi o quinto programa mais visto do dia.

 

   Apesar de ter perdido cerca de 100 mil espectadores de uma semana para outra, a gala de expulsão do "Secret Story 7", da TVI, manteve-se na liderança ao registar uma audiência média de 11,6 % e 25,5% de quota de mercado. Manuel Luís Goucha teve o seu pior resultado à frente do reality-show, arrecadando cerca de 1 milhão e 124 mil espectadores.

 

   Na SIC também não houve razões para sorrir. Ainda que tenha conseguido a vice-liderança nas audiências do horário nobre, o "Divertidamente" perdeu cerca de 150 mil espectadores face à estreia. O programa de João Manzarra garantiu uma média de 982 mil espectadores, o correspondente a 10,1% de rating e 20,2% de share.

 

   O "Jornal das 8" voltou a ser o formato mais visto no domingo.

 

Os dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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Goucha lidera com Manzarra à perna

Créditos.: Imagens SIC

 

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   A SIC estreou, este domingo, o "Divertidamente" que ficou em terceiro lugar nas audiências do dia, logo atrás da terceira gala do "Secret Story 7".

 

 

   O canal de Carnaxide apresentou um novo formato ao público em que concorrentes hipnotizados têm de realizar várias provas para ganhar dinheiro. Entregou a espinhosa missão de conduzir o "Divertidamente" a João Manzarra que teve uma estreia bastante animadora. Em média, 1 milhão e 134 mil espectadores seguiram o novo programa o que corresponde a 11,7 % de rating e 22,6% de quota de mercado.

 

   Já o "Secret Story 7", da TVI, que já havia descido os resultados de forma abrupta da estreia para a segunda gala, manteve os números do passado domingo. O programa foi visto, em média, por cerca de 1 milhão e 215 mil espectadores durante toda a emissão. Em termos audiométricos, estes valores significam que Manuel Luís Goucha conseguiu 12,5% de audiência média e 26,5% de share.

 

   Na terceira posição do horário nobre de domingo esteve "Os Extraordinários". A final do formato da RTP1 não foi além dos cerca de 515 mil espectadores. O programa de Sílvia Alberto registou 5,3 % de rating e 10,3% de share.

 

   O "Jornal das 8" liderou as audiências do dia. Para ficar a conhecer a ordem e quais os cinco programas mais vistos todos os dias, basta procurar na barra lateral direita do blog ou, se estiver num smartphone, percorrer toda a página até ao final.

 

Os dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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Tardes low-cost

Créditos: NiT

 

   

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   A SIC alterou a programação das tardes no final de fevereiro. Os fracos resultados obtidos pelo "Juntos à Tarde" atiraram João Baião e Rita Ferro Rodrigues para a prateleira. 

 

   Com um orçamento cada vez mais apertado, o canal decidiu ocupar o horário vespertino com a repetição de duas novelas portuguesas a que se juntou a estreia de "Dr. Saúde". 

 

   Várias notícias dão conta de que o programa que findou não foi além dos cerca de 10,5% de share no total da sua exibição. Este número, numa linguagem minimalista e fácil de entender, quer dizer que, naquele horário, um em cada dez espectadores que tinham a televisão ligada assistiam ao formato do canal de Carnaxide. 

 

   Fiz as contas, e aviso já que não sou uma grande matemático, na semana de 5 a 9 de março, a reposição de "Sol de Inverno" juntamente com o programa sobre saúde, alcançaram cerca de 11,7% de share. É uma subida, pouco significativa, mas uma subida. Na SIC, conseguiram o que queriam. Ocupar a maior parte do horário da tarde com uma novela que já está paga, ou seja, a re-exibição fica a custa zero, e ter um programa que possa fazer subir o horário das 18H00 e assim alavancar os números do "Linha Aberta". 

 

   Ganha a SIC e perde o espectador. É estranho que um canal que quer ser líder de audiências baseie a sua programação das tardes de semana em repetições. O que dá a entender é apenas isto: os valores até podem não subir, o que interessa é poupar. Além disso, esta linha de programação afasta-se, ainda mais, do público mais jovem e do público mais apetecível para os anunciantes.

 

   Isto não retira mérito a "Dr. Saúde". Aquilo que ali se faz é serviço público. Pedro Lopes é médico, mas é também um comunicador muito competente. O programa terá um caminho árduo no que toca a audiências e pode não aguentar o tempo necessário para se cimentar e subir os resultados. Ainda assim, é um bom esforço e diferenciador daquilo que oferece a concorrência.

 

   A tardes da SIC, nos moldes em que agora estão, com certeza que são para durar. A estação até pode não ganhar, mas o que interessa é não perder muito (dinheiro).

 

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A sina de Baião

 

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   É esta semana que João Baião deixa o ecrã da SIC por tempo indeterminado. O canal decidiu terminar com o "Juntos à Tarde" que, nas audiências, oscila entre o segundo e o terceiro lugar no horário vespertino. 

 

   O apresentador mudou-se para a estação de Carnaxide em 2014 depois de vários anos na RTP. Estreou-se com o "Sabadabadão", ao lado de Júlia Pinheiro, sem sucesso. Foi depois colocado nas tardes de semana onde permanceu até agora. Primeiro com o "Grande Tarde" e depois com o "Juntos à Tarde". Fez ainda um papel cómico na novela "Mar Salgado" e apresentou o "Portugal em Festa", aos domingos. Em pouco menos de quatro anos, a SIC percebeu que Baião não é o salvador que, erradamente, achara que era. 

 

   João é único na televisão portuguesa e um dos melhores da sua geração. Bom comunicador, bom ator, um entertainer nato, uma energia inesgotável, um ótimo sentido de humor e uma genuinidade tocante. Está lá tudo e a partir de sexta-feira (23-02-2018) já não vai estar nada.

 

   A falta de sucesso dos programas em que esteve presente não se deve a si. Deve-se às escolhas que a SIC fez. Ninguém é capaz de elevar audiências repetindo a mesma fórmula da concorrência com igual ou menor qualidade. O "Somos Portugal" lidera a maioria das tardes de domingo, na TVI. O "Portugal em Festa" chegou depois e era exatamente igual. O "Grande Tarde" nunca foi diferenciador e o "Juntos à Tarde" utilizou a maioria das rubricas de sucesso do líder "A Tarde É Sua". O "Sabadabadão", por sua vez, prometia o regresso do grande entretenimento às noites de sábado do canal, o problema é que não passava de uma manta de retalhos de outros formatos.

 

   Falta analisar o final do ano de 2017 em que a estação de Pinto Balsemão emitiu "A Volta Ao Mundo Em 80 Minutos". O espetáculo de Filipe La Féria tinha o ator e apresentador como protagonista. A transmissão, verdadeiramente diferenciadora, deu à SIC a melhor passagem de ano desde 2014. Dá que pensar!

 

   Uma estação de televisão que luta para ser líder de audiências, mas que está longe disso, e que coloca João Baião na prateleira só pode estar a ser muito mal gerida e pensada.

 

   Dêem-lhe um bom programa de entretenimento ou uma sitcom ao estilo da "Revista à Portuguesa" e vejam o resultados a aparecer. 

 

     Que a triste sina de João Baião, na televisão, mude rapidamente.

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