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A caixa que já foi mágica

Blog de opinião sobre a televisão portuguesa

TVI responde à SIC com "First Dates"

 

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O novo programa da TVI aposta no primeiro encontro entre duas pessoas e deve chegar em novembro.

 

 

    O canal de Queluz de Baixo não ficou indiferente ao "Casados à primeira vista", da SIC, e decidiu apostar num formato semelhante.

 

   Fátima Lopes foi a apresentadora escolhida e vai estar no ar durante 10 semanas com o  "First Dates", um original britânico e produzido em mais de 20 países. 

 

   A mecânica é simples: cada programa contará com cerca de 6 encontros, num restaurante, entre duas pessoas solteiras que nunca se viram antes. A ideia é promover o amor à primeira vista. Os concorrentes que ficarem agradados com a experiência continuam a ser seguidos, ao contrário daqueles que não gostarem da nova companhia.

 

   Recorde-se que a SIC anunciou recentemente a aposta num formato em que os concorrentes se casam sem se conhecerem.

 

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João Paulo Pinheiro

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   João Paulo Rodrigues está na SIC desde 2014. Ficou conhecido depois de Teresa Guilherme ter apostado na dupla da qual fazia parte e que lhe trouxe o primeiro vislumbre de sucesso. O "Tele Rural", com a dupla Zeca Estacionâncio e Quim Roscas, chegou a ter um programa independente na RTP e até um filme. 

 

   A sua vida acabou por mudar quando foi vencedor do "A Tua Cara Não Me É Estranha", em 2012. A TVI deu-lhe dois programas para apresentar, mas a SIC levou-o para fazer dupla com Júlia Pinheiro. O "Querida Júlia" não conseguiu obter bons resultados e a opção foi criar o "Queridas Manhãs" que está no ar até hoje. 

 

   João Paulo não errou ao ter mudado para o canal de Carnaxide. Errou antes em deixar de ser quem era. O público tinha carinho pela boa disposição, a alegria, a espontaneidade, a pronúncia nortenha e o humor.

 

   Júlia Pinheiro moldou-o ao seu estilo e o apresentador passa hoje despercebido ao grande público. Tudo aquilo que o tornava diferente deixou de existir. Aquilo que vemos hoje é muito diferente daquilo a que já nos tinha habituado. A verdade em televisão é essencial e aquele João Paulo Rodrigues, ou Jota como passou a ser estupidamente apelidado, afasta-se daquilo que realmente é, ou foi.

 

   Agora, algumas notícias dão conta de que o "Queridas Manhãs" vai terminar. Caso tal informação se venha a verificar, muito dificilmente o apresentador terá espaço numa SIC renovada, sobretudo se mantiver a postura que adotou nos últimos anos.

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SIC prepara mudanças profundas

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A estação de Pinto Balsemão prepara-se para fazer várias mudanças na sua programação após o verão. O "Querida Manhãs" e o  "Dr. Saúde" chegam ao fim, o "Linha Aberta" tem o futuro incerto. João Baião deve apresentar as novas manhãs do canal e Júlia Pinheiro as tardes.

 

 

   

   Depois de ter sido anunciado como o novo homem forte da SIC, Daniel Oliveira prepara-se para alterar grande parte da programação semana do canal, segundo avança a revista TV7 Dias.

 

   O "Queridas Manhãs" deve terminar e a dupla Júlia Pinheiro e João Paulo Rodrigues cai por terra. O programa, já com mais de quatro anos no ar, nunca chegou a fazer frente ao líder "Você na TV!".

Ao que tudo indica, o horário matinal ficará a cargo de João Baião que procurará dar mais alegria ao horário. Sabe-se ainda que não deverá estar sozinho e que Diana Chaves é uma das figuras em cima da mesa. Recorde-se que a atriz foi elogiada, por exemplo, pela condução do "Achas Que Sabes Dançar?".

 

   As tardes, que hoje em dia são ocupadas por repetições de novelas, também não estão a trazer boas audiências, apesar de também não carecerem de investimento. A ideia, segundo a mesma publicação, será trazer de volta Júlia Pinheiro a um horário onde já liderou enquanto estava na TVI. A intenção será mesmo criar um formato muito parecido com o extinto "As Tarde da Júlia".

 

   O "Dr. Saúde" também está prestes a terminar. Depois de alguns meses com resultados bastante fracos e depois de ter falhado o teste na repetição durante a manhã, o formato tem o seu final anunciado.

 

   Com o futuro mais incerto está o "Linha Aberta". Hernâni Carvalho não se conseguiu impor no horário das 19H00. A TV7 Dias avança que o programa pode passar por uma reformulação ou mesmo terminar.

 

 

Troca de reality-shows

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   Daniel Oliveira não terá gostado da escolha da anterior direção para os domingos. A ideia era apostar em "Wife Swap", onde duas mulheres trocavam de família ao longo de várias semanas. 

 

   "Casamento à Primeira Vista" é então a proposta da SIC, como foi anunciado recentemente pelo blog aqui. Apesar da versão original não contar com um apresentador, existe a possibilidade de Júlia Pinheiro regressar ao horário nobre. A versão original tem o nome de "Married at first sight" e a versão australiana está em exibição na SIC Mulher.

 

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O desafio de Daniel

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   Daniel Oliveira foi, recentemente, nomeado como diretor-geral de entretenimento do grupo Impresa. O também apresentador tem na programação da SIC a sua missão mais espinhosa.

 

   O canal de Pinto Balsemão está a atravessar uma das fases mais difíceis do seu percurso depois de várias apostas falhadas por parte dos antigos nomes fortes, Gabriela Sobral e Luís Proença.

 

   De momento, há apenas dois programas que vencem regularmente as audiências: o "Alta Definição" e a novela brasileira "O Outro Lado do Paraíso". Além disso, "O Nosso Mundo", "Vida Selvagem", alguns filmes e a informação têm a preferência do público de forma mais esporádica. Toda a restante programação fica atrás das propostas da TVI.

 

   Um canal privado, com intenção de liderar as audiências, não pode estar nesta situação. 

 

   O maior desafio de Daniel Oliveira será encontrar uma solução capaz para as manhãs e as tardes da semana. A anterior direção apostou no "Queridas Manhãs", em "Dr. Saúde" e no "Linha Aberta". Os resultados são desastrosos. De manhã Júlia Pinheiro e João Paulo Rodrigues não se conseguem aproximar com verdadeiro perigo de Manuel Luís Goucha e de Cristina Ferreira. No período vespertino, a aposta em "Dr. Saúde" e no "Linha Aberta" enterraram o já moribundo horário de acesso ao horário nobre, dificultando a missão do "Jornal da Noite". As novelas também precisam de voltar a ter maior qualidade a todos os níveis e o grande entretnimento tem de voltar, sobretudo aos domingos à noite.

 

   Apesar de ser uma tarefa difícil, acredito que com um maior investimento, com as apostas e caras certas a nova era da SIC pode mudar o panorama das audiências, até porque a TVI está longe de estar no seu melhor. 

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Vale Tudo

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   A SIC anunciou, durante a semana passada, que ia ter no "Alta Definição" Ljubomir Stanisic. Logo depois, a TVI anúnciou que na noite anterior à exibição da entrevista da concorrência, iria exibir um programa especial do "Conta-me Como És" também com o Chef de cozinha.

 

   A isto chama-se contraprogramação! O canal de Queluz de Baixo quis anular a ida de uma das suas recentes estrelas à sua maior concorrente e dar visibilidade ao programa de Fátima Lopes criado para fazer frente ao formato de Daniel Oliveira.

 

   O resultado não foi relevante, mas conseguiu parte da sua intenção. Na noite de sexta-feira, o "Conta-me Como És" conseguiu uma média de 1 milhão e 222 mil espectadores, não alterando os números habitualmente registados pela novela "A Herdeira". Já no sábado, o "Alta Definição " baixou os valores das semanas anteriores e viu o concorrente aproximar-se. O programa da SIC registou 661 200 espectadores, em média, enquanto o da TVI conseguiu cerca de 604 700 espectadores, com a entrevista a Alexandra Lencastre.

 

   Qualquer canal, desde que seja privado, tem uma maior liberdade para fazer aquilo que quiser com a sua grelha de programação e jogar os trunfos necessários para obter a liderança nas audiências.

 

   Contudo, esta não deixa de ser uma situação de "jogo sujo" e, para qualquer espectador mais desatento, fica a ideia de que foi a SIC a ir atrás da TVI.

 

   Obviamente que este não é caso único e que todas as estações, de uma forma ou de outra, já o fizeram. O que aqui se tratou foi de uma "jogada" menos bonita.

 

   Quanto aos formatos, o "Alta Definição" é melhor, sobretudo na edição e no conteúdo da entrevista. Não se trata de chamar o "Conta-me Como Foi" de imitação, porque o formato da SIC também não é inédito, mas Daniel Oliveira é melhor entrevistador que Fátima Lopes, assim como Fátima Lopes é melhor apresentadora de televisão do que Daniel Oliveira. 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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"Terra Nossa" sobe e ameaça Goucha

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Ao segundo episódio o programa da SIC subiu nas audiências e esteve na liderança das audiências durante vários momentos, na noite do passado domingo.

 

   O "Terra Nossa" conseguiu subir os resultados face à sua estreia. Na noite de ontem, o formato apresentado por César Mourão teve picos de liderança e terminou o dia em segundo lugar nas audiências. Os cerca de 1 milhão e 99 mil espectadores renderam à SIC uma quota de mercado de 22,7% e um rating de 11,3%.

 

   Apesar de ter perdido para a concorrência durante alguns períodos, o "Secret Story: O Reencontro" foi o programa mais visto de 3 de junho. Nos momentos iniciais em que teve a concorrência do "Terra Nossa", o spin-off da TVI registou 12,2% de audiência média e 24,4% quota de mercado. Querem estes valores dizer que Manuel Luís Goucha tinha fidelizados cerca de 1 milhão e 180 mil espectadores.

 

   Na RTP1, a estreia do filme "A Mãe é Que Sabe" não foi além dos cerca de 490 mil espectadores em média.

 

   O "Terra Nossa" está inserido na programação especial que a SIC preparou para acompanhar o "Mundial" de futebol de 2018. César Mourão percorreu várias localidades para conhecer as suas gentes e ouvir as suas histórias, com o objetivo de criar um espetáculo de stand-up comedy exclusivo em torno dos jogadores da seleção nacional.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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"Secret Story" despede-se na liderança das audiências

Foto: Inês Gomes Lourenço

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A derradeira gala que deu por terminada a sétima edição do reality-show da TVI foi acompanha, este domingo, por mais de um milhão e 460 mil espectadores.

 

 

   Tiago foi o escolhido pelos portugueses para vencer a primeira "Casa dos Segredos" apresentada por Manuel Luís Goucha. A grande final do formato conseguiu 15,1% de audiência média e 33,3% de quota de mercado, tornando-se no programa mais visto do dia.

 

   Ao todo, uma média de um milhão e 465 mil espectadores assistiram ao programa da TVI. 

 

   A edição deste ano conseguiu mais de cerca de 290 mil espectadores que a final de 2016, apresentada por Teresa Guilherme na passagem de ano.

 

   Na SIC, a estreia de "Terra Nossa" vice-liderou ao início da noite. A emissão do programa apresentado por César Mourão foi seguido por uma média de 975 mil espectadores. Este valor corresponde a 10,1 % de audiência média e 20,4% de quota de mercado.

 

   O "Secret Story" regressa, já esta terça-feira, com o subtítulo "Reencontro" que dá o mote ao regresso de várias caras conhecidas do formato à casa mais vigiada do país.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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Doze pontos sem cautela

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   É o único assunto sobre o qual me falta escrever acerca do "Festival Eurovisão da Canção 2018". Filomena Cautela, escolhida para apresentar o espetáculo, foi uma das grandes vencedoras desta edição pelos elogios que têm tido relativamente ao seu trabalho.

 

   Nunca conseguiu reunir a preferência da grande maioria dos espectadores. Irreverente, jovem e com um estilo muito próprio, a que nem todos estão habituados, foi sempre encarada com desconfiança e mais aceite pelo público com uma faixa etária, diria eu, abaixo dos 35 anos. Os programas pelos quais deu a cara também não a deixaram ir muito mais longe nesse campo.

 

   A própria afirmou, em entrevista à N-TV, que esta foi a primeira vez em que se tornou consensual.

 

   Não há ninguém na televisão, atualmente, que demonstre mais empenho e amor por aquilo que faz, seja na "Eurovisão" ou no "5 Para a meia-noite". A genuinidade, a boa preparação e a alegria, aliadas ao respeito por qualquer que seja o seu convidado, tornam-na especial.

 

   Se é elogiada nos dias de hoje, merece-o! É percetível o trabalho e o esforço que faz para se tornar cada dia melhor.

 

   Não tenho dúvidas de que Filomena Cautela já conquistou o seu espaço no panorama televisivo português. Também não tenho dúvidas de que se tornará numa das grandes glórias da RTP, isto se a SIC ou a TVI não a aliciarem com algo mais interessante.

 

   A cara do "5 Para a meia-noite" é a prova de que o talento não é nada se não existir muito trabalho e humildade. Parabéns!

 

 

 

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"Globos de Ouro" registam pior audiência de sempre

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A gala transmitida, este domingo, pela SIC foi vista por uma média de  678 mil espectadores.

 

 

   A "XXIII Gala dos Globos de Ouro", apresentada pela primeira vez por César Mourão, não foi capaz de se impor perante a concorrência. A gala do ano, como o canal de Carnaxide a intitula, só conseguiu vencer nos seus últimos 30 minutos de exibição, já para lá da meia-noite, altura em que José Cid recebia o globo de Mérito e Excelência. Até lá, a TVI liderou no horário nobre, seguida pela RTP. A SIC ficou em terceiro.

 

   Em números, a iniciativa do terceiro canal e da revista Caras, não foi além dos 7% de audiência média e dos 19,7% de quota de mercado. Recorde-se que em 2016, os 8,6 % de rating e os 26,5% de share já tinham sido um dos piores valores da história da cerimónia.

 

    Apesar de ter tido a gala menos vista, o "Secret Story 7" liderou o horário com 10,7% de audiência e 23,4% de quota de mercado, o que corresponde a 1 milhão e 39 mil espectadores, em média.

 

   A final do "Got Talent Portugal" vice-liderou no horário nobre de domingo. O formato de talentos apresentado por Sílvia Alberto e Pedro Fernandes conseguiu conquistar 806 mil espectadores, o que significa 8,3% de audiência média e 20,1% de share.

 

   Já durante a tarde a liderança não escapou à RTP1 que teve na "Taça de Portugal" o formato mais visto de 20 de maio.

 

   A derrota do Sporting CP frente ao Desportivo das Aves registou 18,1% de audiência média e 50% de quota de mercado. O feito inédito do clube de Vila das Aves foi seguido por uma média de 1 milhão e 789 mil espectadores.

 

Alguns dados apresentados são provisórios, da responsabilidade da CAEM/GfK e podem sofrer alterações. Incluem Vosdal.

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Quando o melhor da SIC continua a vir da Globo

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   Durante anos a SIC alicerçou a sua programação em produtos oriundos da TV Globo. Graças às novelas vindas do Brasil, conseguiu tornar-se no canal português mais visto e garantir audiências que seriam impensáveis nos dias de hoje. 

 

   Os tempos mudaram e o canal de Carnaxide optou, e bem, por procurar um caminho diferente. Apostou na produção nacional e fez o seu caminho até obter qualidade suficiente para conseguir liderar.

 

   Ao longo dos anos as novelas brasileiras foram perdendo espaço na grelha de programação da SIC, mesmo que num passado recente, por exemplo, "Avenida Brasil" ou "Amor à Vida" tenham conseguido liderar sobre a forte concorrência da TVI. Além do espaço que perderam, foram muitas vezes desprezadas. Hoje em dia, só há uma produção da Globo no ar, sendo ela emitida já bem perto da meia-noite.

 

   É verdade que até a gigante cadeia de televisão brasileira sofre as suas crises, mas "O Outro Lado do Paraíso" é o maior sucesso dos últimos anos cá e lá.

 

   A base da história é uma vingança, fio condutor já utilizado em inúmeras produções, a diferença é a forma cuidada e extraordinariamente bem conseguida de como foi introduzida. Aliado a isso, junta-se ainda a forma exemplar e cativante de como se desenrolam todos os núcleos da novela. 

 

   "O Outro Lado do Paraíso" é, durante a semana, o único programa da SIC capaz de vencer a concorrência de forma sistemática  e é ainda o programa que melhor quota de mercado garante para a estação.

 

   Todos os bons resultados conseguidos por uma produção brasileira são mérito próprio. Há muito tempo que a estreia de uma história vinda do país irmão chega sem poupa nem circunstância, com fraca promoção e em horário tardio.

 

   Não tenho dúvidas de que a vingança protagonizada por Clara (Bianca Bin) é a melhor novela a passar em Portugal atualmente. A SIC deve seguir o seu caminho, só não deve renegar aquilo que ainda lhe dá alegrias.

 

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